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Home Games Análises

Pragmata | Análise

Caio Nobre por Caio Nobre
13/04/2026
em Análises, Destaque, Games, Notícias, PC

Pragmata é a nova IP da Capcom que será disponibilizada para todos no dia 17 de Abril.

Nós do Meia-Lua tivemos a oportunidade de jogá-lo de forma antecipada e agora você confere nossa análise completa, sem spoilers, dessa aventura.

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Será esta mais uma obra prima da Capcom? Vamos discorrer sobre isso abaixo.

A História

A história de Pragmata se passa em um futuro não muito distante do nosso onde, após décadas de pesquisa, a humanidade controla completamente o uso do Lunafilamento, recurso capaz de replicar qualquer objeto, desde que o usuário tenha em mãos um diagrama para isso.

Nos primeiros minutos, somos apresentados a Hugh e sua tripulação, que foram enviados para investigar a estação lunar de pesquisa, dedicada ao estudo e desenvolvimento do lunafilamento, após terem perdido completamente o contato com as pessoas que trabalham lá.

Ao chegarem na estação, não demora muito para que ocorra um abalo sísmico no local, separando Hugh dos outros tripulantes.

É nesse momento que ele conhece a Pragmata Diana, segunda protagonista da história, que vai acompanhá-lo em toda a jornada.

Diana se apresenta como sendo uma andróide especial, gerada por lunafilamento, para finalidades específicas que serão abordadas no decorrer da história.

Sendo assim, os dois precisam se ajudar para conseguirem restabelecer a energia da estação, o sistema de comunicação do lugar e pedir ajuda para a terra.

O enredo geral de Pragmata é muito interessante e levanta questionamentos que nos instigam a avançar cada vez mais na jornada para entender o que está acontecendo.

O que aconteceu com os membros da estação? Qual a função da Pragmata Diana, que é totalmente diferente de outros bots que encontramos? Todas essas perguntas, entre outras que não posso mencionar, são fio condutor dessa aventura.

Minha única ressalva, no entanto, é que a mesma leva um tempo para engatar de vez.

Contudo, um dos pontos mais importantes aqui, que ficou bem evidente nos trailers e materiais promocionais do jogo, é a construção/evolução do laço criado entre Hugh e Diana.

A Pragmata ganha o nosso coração com pouquíssimo tempo de gameplay. Ela é fofa, gentil, corajosa, engraçada e curiosa.

Já Hugh, sendo um personagem mais sarcástico a princípio, acaba gerando empatia rapidamente pela forma como ele se preocupa e cuida da Diana.

A história geral é o fio condutor, como eu disse a pouco, mas ela não teria tanta força se não fosse pelas interações, do início ao fim, desses dois personagens.

É muito bonito e divertido acompanhá-los, e tenho certeza que muitos de vocês, ao jogar, sentirão a mesma coisa.

Não posso entrar muito em detalhes e também quero evitar ao máximo qualquer tipo de spoiler.

Com relação ao tempo da campanha, eu finalizei o jogo com 13 horas e 47 minutos de jogatina, levando em conta as minhas capturas. 

No save registrado pelo pelo jogo, minha jornada totalizou 11 horas e 20 minutos.

Alguns podem achar o jogo curto mas, sinceramente, por tudo o que o jogo entrega, para mim foi o tempo perfeito. Acredito que se estendesse mais, poderia ficar cansativo.

Eu adorei o enredo de Pragmata, principalmente a construção desses dois personagens.

Os gráficos no PC

A versão de Pragmata que analisei foi a do PC, usando uma GeForce RTX 5080 que a NVIDIA nos forneceu.

Assim como na demo, a versão final está muito bem otimizada e consegui rodar o jogo no seu máximo, utilizando tecnologias como DLSS 4, Multi Frame Generation em 4x e o Path Tracing.

Mesmo em momentos mais intensos, com muitos inimigos, explosões e diferentes efeitos de partículas na tela, o jogo se manteve estável entre 120 e 140 fps.

E por apresentar cenários com muita iluminação e reflexos, a adição do Path Tracing deixou tudo ainda mais incrível. 

Houveram momentos em que me assustei brevemente com meu próprio reflexo em um vidro lateral achando que um inimigo vinha na minha direção.

O visual de Pragmata é de cair o queixo e não me refiro apenas aos ambientes, mas também a modelagem dos personagens.

Esse é, sem dúvida, um dos melhores trabalhos que Capcom fez em anos, otimizando a sua engine. Isso unido às tecnologias empregadas pela NVIDIA, tornam essa experiência belíssima que vai surpreender muita gente.

Como funciona o gameplay

A cereja no bolo de Pragmata é, sem dúvida, o seu gameplay, que traz um combate familiar e ao mesmo tempo diferenciado, graças à união dos nossos dois protagonistas.

Conforme apresentado em diversos materiais de divulgação, o combate traz o tão conhecido tiroteio em terceira pessoa e adiciona uma camada a mais de interação.

Hugh é o personagem que controlamos e ele pode andar, correr, pular, mirar e atirar, se esquivar ao usar os propulsores do seu traje, voar por curtas distâncias e interagir com objetos e itens.

Já a Diana é a nossa personagem de suporte que, basicamente, usa suas habilidades para expor as fraquezas dos adversários.

Os bots que encontramos durante toda a campanha, possuem uma armadura robusta que não pode ser destruída com facilidade apenas com o poder de fogo de Hugh.

É aí que entra a nossa pragmata Diana, que possui a habilidade de hackear essas máquinas e expor suas fraquezas, conforme expliquei há pouco, para que possamos causar o máximo de dano possível.

Ao mirar na direção dos inimigos,  é exibido imediatamente uma janela chamada de matriz de hackeamento, onde usamos os botões do controle para traçar um caminho até o nodo EXE, como é chamado, ou um plugue verde, para ficar mais fácil, que expõe os pontos fracos dos bots.

Nessa matriz, temos alguns quadrados azuis chamados de nodos de exposição. Ao passar por todos eles antes de concluir o hackeamento, aumentamos o dano causado e o tempo de exposição das fraquezas desses bots. 

Então é super importante ficar atento a isso, principalmente contra alguns mais fortes.

A primeira vista pode parecer complexo, mas é bem tranquilo de se acostumar e bem divertido também. Temos basicamente um mini-game que precisa ser feito antes mesmo de descer bala nos robôs.

Esse foi um ponto bastante criativo da Capcom ao meu ver pois, à medida que avançamos na jornada, conseguimos recursos que, ao hackear, aplicam diferentes efeitos nos inimigos.

Esses são chamados de nodos de hackeamento, que ficam disponíveis na matriz, assim como os nodos de exposição que expliquei há pouco. 

Ao traçar o caminho passando pelos nodos de hackeamento nós podemos, por exemplo, causar dano crítico, fazer um inimigo atacar outros, expor a fraqueza de diversos bots de uma só vez, paralisá-los, entre outros.

Isso adiciona uma camada estratégica muito interessante no combate e quando temos muitos bots ao mesmo tempo para lidar, é necessário pensar bem quais nodos gastar e as armas que iremos utilizar.

Falando em armas, o arsenal de Hugh é bem vasto no jogo. O mais legal é que essas armas se dividem em unidades que possuem diferentes funções no gameplay, ampliando ainda mais a camada estratégica que acabei de citar.

Nós temos as unidades de ataque, que causam dano massivo; as unidades táticas, que afastam e até prendem os inimigos; as unidades de defesa, que geram escudos e causam distrações e, por fim, a unidade padrão, que é a primeira arma que usamos no jogo.

Saber mesclar cada uma dessas unidades é crucial para lidar com as situações mais intensas do combate, onde enfrentamos diferentes tipos de bots.

E acreditem, é muito gostoso gerenciar tudo isso quando pegamos o jeito, entendemos as vantagens de cada equipamento e usamos ao nosso favor.

Uma das minhas preocupações ao jogar a demo de Pragmata foi essa dinâmica se tornar entediante e até mesmo repetitiva após boas horas de gameplay. 

No entanto, isso não aconteceu comigo. A Capcom soube dosar bem quando entregar novas armas, nodos de equipamento e até mesmo novos inimigos, trazendo um novo frescor ao combate.

Como se não bastasse, também adquirimos diferentes vantagens que podem ser equipadas no Hugh, melhorando sua movimentação, aumentando HP, poder de fogo e assim por diante.

Ainda sobre a Diana, a garotinha também pode usar um scanner no cenário para identificar itens e objetivos, além de utilizar seu poder supremo, chamado de sobrecarga. Quando ativada, todos os inimigos ao redor tem suas fraquezas expostas e ficam paralisados por um tempo.

Isso é muito bom e ajuda bastante nos embates mais complicados do jogo, contra diversas máquinas.

Vale ressaltar que, ao finalizar a campanha principal, é liberado não só o New Game +, mas também um novo modo que dá acesso a uma nova área. Nela, mais recompensas podem ser resgatadas, desde armas, trajes, entre outros, incrementando ainda mais o tempo de jogo e os desafios..

A Capcom caprichou ao bolar o gameplay de Pragmata. Além de muito criativo, todos os controles funcionam e respondem muito bem, sendo esse, na minha visão, o ponto mais forte do jogo.

Evoluindo habilidades e adquirindo recursos

Após vencer o primeiro boss do jogo, chegamos ao abrigo, que é basicamente uma safehouse, onde podemos evoluir o traje do Hugh, nossas armas, as habilidades de Hacking da Diana, entre outras atividades.

Em cada setor de nossa jornada, encontramos diferentes estações espalhadas por cada uma das áreas que servem como um ponto de viagem rápida e, toda vez que retornamos ao abrigo, recarregamos nosso HP e as cápsulas de cura que adquirimos ao longo do caminho.

O sistema de upgrade é bem simples. Basicamente, temos um painel de atualização de firmware, onde podemos subir o nível da roupa do Hugh, da sua arma primária e do hackeamento da Diana, conforme disse a pouco.

E um segundo painel chamado de impressora de unidades, onde gastamos luna filamentos e Lunun’s puros para imprimir e fazer upgrades em armas, adquirir nodos de hackeamento, habilidades e acessórios que fazem toda a diferença no gameplay.

Tudo é muito intuitivo e, conforme você avança na campanha, se torna absolutamente necessário visitar o abrigo de tempos em tempos para conseguir essas atualizações.

Mas não para por aí, além dos painéis mencionados, temos o Cabin, um bot simpático que já foi mostrado em trailers. 

Nele nós podemos gastar as moedas Cabin, que conseguimos durante o jogo para preencher suas cartelas, que funcionam como um bingo.

Em suma, cada quadradinho da cartela que desbloqueamos traz uma recompensa, seja ela informações sobre os inimigos, documentos secretos, vantagens e até mesmo novos trajes para Hugh e Diana.

À medida que conseguimos um bingo, preenchendo um linha inteira da cartela, recompensas especiais são dadas ao jogador, até mesmo ao completá-la totalmente. 

Sendo assim, é importante visitar o Cabin que estiver com moedas sobrando.

Mas como conseguimos essas moedas? Você me pergunta. Mediante a exploração, dando presentes para a Diana ou concluindo os diferentes desafios que são desbloqueados no próprio Cabin. 

Estes desafios são bem legais de se fazer e concedem mais recursos para fazer upgrade em nossos protagonistas. Vale a pena ficar de olho.

Por fim, ainda no abrigo, podemos interagir com a Diana, seja para dar presentes, como disse a pouco, brincar ou apenas conversar.

As conversas com a personagem são muito boas e vale a pena dedicar um tempo para conferir a interação entre os dois. 

Ambos comentam sobre pontos relacionados a história, Hugh conta um pouco mais sobre sua vida, suas vivências, além de ensinar coisas para a Diana. É muito bacana.

Após tudo isso, antes de retornar a área em que estávamos, o jogo ainda nos dá a possibilidade de nos preparar, equipando armas e nodos de hackeamento que imprimimos e ficam disponíveis em nosso abrigo sempre que precisarmos.

Exploração e ambientes

Mesmo sendo um jogo mais linear, Pragmata traz um fator de exploração bem interessante.

Cada um dos setores que visitamos, além do objetivo principal, trazem ramificações, ou seja, diferentes caminhos para averiguar que podem conter segredos.

No menu de cada setor, ao clicar em start, nos é apresentado os recursos que podemos coletar nos diferentes ambientes do mesmo. 

Isso é bem legal, pois nos dá uma noção do que precisamos procurar e, caso tenhamos pegado tudo, podemos prosseguir sem nenhum peso na consciência, imaginando que algo ficou para trás.

No entanto, o fato de saber quais recursos estão em uma área, não significa que pegá-los será fácil. Alguns estão bem escondidos e demandam atenção do jogador, enquanto outros estão em lugares que não podem ser acessados logo de cara.

E sim, o jogo nos permite voltar em áreas já visitadas anteriormente para pegar os itens que faltam.

Explorar em Pragmata é um dos pontos mais divertidos da aventura, não só pelos ambientes belíssimos que passamos, mas também pelo fator recompensa quando nos esforçamos nesse sentido.

Estes recursos são de suma importância para imprimir e evoluir nossas armas, incrementar o traje e as habilidades de hacking da Diana, comprar novos Nodos de Hackeamento e assim por diante.

E o melhor de tudo é que, além do jogo incentivar a exploração, essa atividade não se torna entediante em nenhum momento. Pelo menos, para mim, foi dessa forma.

A Capcom soube dosar muito bem esse conceito com o tamanho dos mapas que criou para a campanha.

Quanto aos setores, reforçando novamente o que já pontuei ao falar dos gráficos, cada um é mais lindo que o outro. 

Em se tratando de uma estação lunar, é comum pensar que iremos passar por ambientes similares.

Mas isso não acontece aqui, pois graças ao luna filamento, que pode ser usado para imprimir qualquer coisa, desde que o usuário tenha o diagrama em mãos, muitos ambientes da terra foram modelados na lua.

Nós passamos por laboratórios, florestas, uma representação de Nova York e andamos até pela Lua em si. É simplesmente incrível.

Inimigos e chefes

Temos uma boa variedade de inimigos durante a campanha, e novos vão sendo adicionados a cada novo setor.

O design de cada um foi muito bem pensado, assim como seus ataques e diferentes propriedades em combate.

Quando o jogo combina vários deles, é necessário muita atenção e definir bem as estratégias de batalha para conseguir hackea-los e destruí-los.

As lutas contra chefes são incríveis. Cada uma delas apresenta adversários únicos e, embora seja necessário hackear para expor suas fraquezas, como acontece com os inimigos normais, a Capcom conseguiu elevar o nível desses embates de forma a torná-los únicos.

O embate contra o último chefe é simplesmente épico e, dentre todas, foi a mais desafiadora na minha visão.

Os demais são bem legais, necessitam de foco por parte do jogador, mas não é algo extremamente complexo e desafiador como a última luta, na minha opinião.

Sem bugs?

Pragmata é, sem dúvida, um dos jogos mais bem otimizados que a Capcom já fez em todos esses anos trabalhando com a RE Engine.

Durante as mais de 13 horas da minha jornada, não peguei um bug sequer. O único comportamento fora do comum, foi um inimigo que, quando o destruí, caiu no chão e ficou tremendo por um tempo.

Fora isso, nada de anormal ou grave que pudesse comprometer a experiência ou minha imersão.

Vale a pena?

Pragmata é uma nova IP da Capcom que pegou todos de surpresa, tendo em vista as franquias enormes e bem estabelecidas que a empresa tem no seu repertório.

Contudo, eles foram capazes de mostrar, mais uma vez, seu lado criativo ao criar uma história intrigante, pessoal e entregar um gameplay único, que mescla tiroteio e estratégia.

Eu me empolguei após conferir a demo meses atrás, fiquei sedento pela versão completa e no fim, o jogo entregou tudo o que eu esperava e um pouco mais.

Pragmata traz uma jornada divertida, gostosa de vivenciar e recheada de momentos intensos.

Se você foi fisgado pelos trailers, testou a demo e adorou, vá sem medo para a versão final. 

Essa é, sem a menor dúvida, mais uma obra prima da Capcom que, por mais que não tenha o impacto dos seus principais títulos, vai ficar marcada na história da empresa.

Pragmata será lançados mundialmente no dia 17 de abril para Playstation 5, Xbox Series X|S, PC e Nintendo Switch 2.

Veja nossa análise completa no Youtube:

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