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No Man’s Sky – Review

Matheus dos Santos por Matheus dos Santos
29/08/2016
em Análises, Destaque, Games, PC, Sony

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A espera acabou, o hype era grande, todos aguardando muito o lançamento de No Man’s Sky e enfim o jogo foi lançado. O game foi desenvolvido pela empresa Hello Games, que antes não era muito conhecida, desenvolveu os jogos da série Joe Danger no passado. E então uma boa ideia com um algoritmo muito bem feito resultou em No Man’s Sky, ele então foi desenvolvido com uma equipe muito reduzida, de menos de dez pessoas, o que fez parecer algo impensável aquele tão falado trailer da E3 de 2014 que deixou todos boquiabertos e ansiosos pelo lançamento.
O hype gerado por aquele trailer foi estrondoso, era realmente incrível ver todo aquele cenário lindo, cheio de vegetação e de vida, com rios, animais de todo tipo coexistindo em um planeta muito bonito e admirável. Então se tinha uma nave no meio da vida selvagem, o protagonista pegava a nave, saía da atmosfera do planeta e trocava tiros com outras naves em um combate espacial. Essa era a ideia de No Man’s Sky e foi isso que ele veio trazer, ou se propôs a trazer.

Não podemos julgar uma obra por um trailer, o hype acaba sendo o nosso próprio inimigo, brinca com nossas expectativas e confunde o que esperamos do jogo com o que ele realmente é ou deve se tornar. Isso não isenta os desenvolvedores e principalmente os produtores e publicitários do game da culpa do produto final não ser tão favorável as expectativas, pois eles se aproveitaram de toda essa ansiedade e esperança do público para poder vender um jogo que prometia ser muito mais do que ele era. Analisando-o como um produto de uma equipe pequena de desenvolvedores e ver o que eles estavam fazendo, era algo incrível, pois tinha uma produção independente praticamente naquele ponto, e olhando dessa forma, ele é realmente impressionante, principalmente pelo tamanho do universo, nesse caso literalmente um universo, pois estamos explorando uma galáxia inteira, com sistemas que possuem suas próprias estrelas e planetas com vida, segredos e perigos a explorar.

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Tudo fica ainda mais grandioso quando descobrimos que todo esse universo vivo é gerado de forma procedural, ou seja, ele é todo gerado aleatoriamente com base em seu poderoso algoritmo, com isso as montanhas, aparência das criaturas, cavernas e materiais para coletar são todos gerados de forma automática pelo computador. É muito divertido encontrar um novo planeta, ir voando pelo espaço com a sua nave espacial, entrar na atmosfera do planeta e ir se aproximando enquanto vai vendo o mundo ganhando forma conforme você vai enxergando ele mais de perto, sem dúvida um dos pontos altos do jogo. Ao descobrir novos planetas e criaturas, você pode nomeá-los com o nome que quiser, algo simples mas muito divertido. O trabalho de arte é muito competente, o uso das cores e o design da tecnologia é algo muito bem feito, você várias vezes deslumbrará lindas imagens que quase parecem artes conceituais de tão belas que são, nesse ponto artístico o jogo se sai extremamente bem, a trilha sonora também é boa e a versão brasileira conta com texto e dublagem em português.

Sistema de renomear planetas e criaturas.
Sistema de renomear planetas e criaturas.

Chegando nos planetas você pode sair da nave e explorar sua superfície, há materiais e minerais diferentes para coletar, alguns deles servem para reabastecer a munição de sua arma ou para produzir combustível para os propulsores da sua nave. Com o seu jetpack você consegue explorar lugares mais altos e descobre no planeta alguns destacamentos de raças alienígenas, você pode interagir com elas para trocar itens ou aprender coisas novas. A princípio você não entende o que eles falam e fica difícil a comunicação, mas você encontra algumas relíquias pelo jogo que te ensinam palavras no idioma alienígena, fazendo assim você entender pouco a pouco, palavra a palavra o que eles estão dizendo para você. Em algumas estações espaciais você pode comprar e vender itens que respeitam a um mercado que pode subir ou abaixar o preço de um certo material dependendo do momento e lugar da aventura, você também pode negociar para comprar uma nave nova para você, maior e com mais upgrades e espaços para guardar seus itens.

Você vai coletando materiais pela jornada e aprendendo novas tecnologias para usá-los de diversas formas, pode desenvolver upgrades para a sua roupa espacial para que ela lhe possibilite correr por mais tempo ou usar o jetpack para ir mais alto. Na sua nave você também pode fazer melhorias, seja implementando um propulsor mais forte que lhe possibilitará viajar a outros sistemas estelares ou melhorar o seu tiro, a sua arma também  pode ser modificada com melhorias e modificações. O problema é que você muitas vezes acaba descobrindo a mesma receita para uma mesma melhoria e assim demorando a achar algo realmente bom e que faça diferença para você, outro grande problema é que as melhorias uma vez desenvolvidas, ocupam um slot do seu inventário e desse jeito diminuem a sua capacidade de carregar itens, assim você passará a maior parte do tempo com inventário cheio e tentando gerenciar seus recursos entre o inventário do seu personagem e o da nave.

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Exploração espacial no jogo.

O jogo prometia ter uma interação online, foi até publicado que no caso do Playstation 4 o online do jogo estaria liberado a todos os jogadores, mesmo aqueles que não possuíssem assinatura da Playstation Plus, nesse caso deu-se a entender que a experiência online seria algo fundamental ao jogo. A ideia era de que os jogadores individualmente jogariam a sua aventura explorando a galáxia e se por algum acaso entre milhões de possíveis estrelas e planetas gerados randomicamente, duas almas se encontrassem, elas poderiam ver uma a outra e jogarem o mesmo jogo. Um conceito muito interessante e que incentivaria a exploração, porém, logo após o lançamento, dois jogadores chegaram ao mesmo planeta e no mesmo local mas não podiam ver um ao outro. Poderiam eles estar em servidores diferentes ou algo do tipo, mas não deixa de ser algo que frustra devido a dificuldade de encontrar o mesmo ponto da galáxia e mesmo assim não funcionar.

Sua principal meta é a exploração, extrair recursos, evoluir seus equipamentos e sobreviver nessa galáxia infinita, mas só isso não sustenta o jogo para muita gente. Então temos a história do jogo, começamos o jogo com o personagem sozinho em um planeta aparentemente vazio, ao seu lado está a sua nave espacial quebrada e sem combustível, assim como várias máquinas e suprimentos largados. Encontramos uma entidade que se chama Atlas, um ser ou consciência superior que lhe oferece orientação. Se você aceitar sua ajuda, Atlas te mostrará o caminho até o centro da galáxia que será traçado por uma linha no seu mapa galáctico, interligando estrelas umas nas outras e construindo a trilha que o guiará ao centro e então lá você encontrará o segredo. Gerou-se assim a expectativa do que aguardaria o jogador no centro da galáxia, você pode explorar a galáxia no seu ritmo e como você quiser, seguindo a trilha apenas se desejar. Ao continuar a trilha o personagem irá obter o Passe do Atlas que pode ter seu nível aumentado conforme progride na jornada, o que lhe permite abrir fechaduras de tesouros ou portas mais avançadas que estão trancadas. Ao explorar os planetas você também encontrará os sentinelas, máquinas inteligentes que patrulham a área, mantém a ordem e protegem os recursos, eles funcionam como uma espécie de polícia que irá te atacar caso faça algo errado ou extraia muitos materiais na frente deles.

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Ao jogar o jogo por muitas horas e progredir, explorar e evoluir suas tecnologias no decorrer da aventura, chega-se a um ponto onde você faz isso de novo e de novo, avança para outro sistema e sem descobrir muita coisa nova. Os estilos dos planetas acabam se repetindo em sua essência, você no máximo encontra um planeta muito quente e que possui uma radiação muito grande por ser muito próximo do sol, ou então um mais frio e que prejudica a exploração no terreno hostil, mas no fim os elementos de gameplay são os mesmos, a sua roupa reage da mesma forma para todos os tipos de ambientes, não são necessários nenhum upgrade ou preparação para a exploração. E fica então a sensação de repetição, ainda mais em um jogo muito longo e que se sabe que nem tão cedo irá terminar, isso acaba sendo um problema.

O jogo tem um escopo muito grande e muito ambicioso. Observando ele como um produto de uma equipe bem pequena e de uma empresa sem muita experiência no mercado, o jogo é incrível em muitos elementos. Porém não tem como desassociar toda a campanha e aposta que foi feita em cima dele, inclusive com promessas de coisas que estariam lá e não saíram na versão final, devido a isso, muita gente se sentiu traída e ficou decepcionada. A versão de PC inclusive teve problemas graves nos primeiros dias, para muitos computadores o jogo simplesmente não abria, essas coisas não podem acontecer em um grande lançamento como esse. Mas se você for fã de sci-fi, curtir exploração e sobrevivência, provavelmente irá gostar. Ou jogue o jogo com a cabeça mais aberta e disposto a entrar naquele universo, viaje pelo espaço e se divirta com a exploração de novos mundos, você irá aproveitar e ter alguns grandes momentos nessa aventura.

Confira o trailer da E3 2014 que gerou todo o hype em cima do jogo:
[su_youtube url=”https://www.youtube.com/watch?v=nLtmEjqzg7M” width=”840″ height=”480″]https://www.youtube.com/watch?v=-1uKij5UWvw [/su_youtube]

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