Durante a Brasil Game Show 2025 tivemos a oportunidade de experimentar Resident Evil Survival Unit, novo jogo mobile dessa franquia tão consagrada, co-desenvolvido pela Aniplex e a JOYCITY.
Confesso que não estava com muitas expectativas quanto a esse jogo, justamente por se tratar de um mobile.
No entanto, após uma sessão de 30 minutos e um papo breve com o produtor, mudei minha perspectiva completamente.
Existe sim um baita potencial aqui, que irei discorrer nos tópicos a seguir.
Como o jogo funciona
A build que joguei de Resident Evil Survival Unit começa em um hospital, com o nosso personagem desacordado.
O personagem em questão, que chamam de o jogador, é totalmente novo e reflete, basicamente, uma visão inédita para a trama já tão conhecida.
Em conversa com o produtor, o mesmo disse que vários elementos dos jogos clássicos, como Resident Evil 1 e 2, estão presentes, e o enredo contado ali, se trata mais de uma história paralela ao que já vivenciamos nos jogos originais.
Justamente por apresentar uma nova perspectiva, com base nesse novo personagem.
Quando o mesmo desperto, começa o nosso gameplay, com uma visão isométrica e a famosa câmera fixa.
Isso, por si só, já me chamou a atenção, justamente por fazer referência aos games clássicos.
Pude perceber logo de cara e mediante a apresentação que o produtor fez pouco antes de começar a jogar, que o fator exploração é algo constante aqui, o que é muito bom.
Após vasculhar armários, documentos e resolver um puzzle, saí do hospital e fui em direção a RPD.
Antes disso, nos deparamos com a Claire Redfield no caminho, que nos ajuda a chegar na delegacia.
Vale ressaltar que, embora o nosso personagem seja o ponto chave para o acompanhamento da história, muitos nomes clássicos da franquia, até mesmo alguns que já morreram, estarão presentes no jogo.
Em certos momentos poderemos controlá-los e usá-los em nosso time para as batalhas de arena, que explicarei mais adiante.
Ao ver a Claire, confesso que me deu um quentinho no coração, e, ao chegar na delegacia, retomamos o gameplay ligeiramente isométrico e de câmera fixa.
Esse é sem dúvida o ponto que mais gostei, pois os controles funcionam e respondem muito bem, e é como se eu estivesse jogando o Resident Evil 2 Remake nos moldes dos jogos originais.
Isso foi genial, na minha visão.
De acordo com o produtor, teremos muitos puzzles no jogo, nessa build encontrei alguns, que tiveram supervisão direta da Capcom, para deixá-los desafiadores.
Até mesmo os zumbis que encontramos passou pelo aval da empresa. A famosa cena clássica de Resident Evil 1, quando encontramos o primeiro zumbi, foi implementada no Survival Unit e foi bem legal de conferir.
O tiroteio no modo livre é bem simples. Contamos com um botão na tela do celular para atirar, ao passo que podemos nos mover para evitar as investidas dos monstros.
Ficar atento à munição, pelo que pude perceber, também é importante e, dependendo do personagem que jogamos, precisamos administrá-la bem, devido a escassez de recursos.
Outro ponto muito bacana que remete aos jogos originais.
Não demora muito até encontrarmos outro personagem bastante conhecido dos clássicos, cuja participação é mínima.
Estou falando de Marvin Branagh, que neste enredo aparece antes de ser mordido.
Nesse momento, passamos para uma outra perspectiva de gameplay que será um dos focos da aventura, o modo arena.
Como expliquei brevemente a pouco, iremos encontrar vários nomes clássicos da franquia Resident Evil em Survival Unit.
Dessa forma, eles farão parte da nossa equipe e serão primordiais nos momentos de arena.
Neste modo, a estratégia é o ponto forte. Cada personagem que recrutamos possui uma classe e habilidades únicas que precisamos usar sabiamente para impedir o avanço das ondas inimigos.
Marvin, por exemplo, é um defensor e pode usar uma barreira para bloquear os monstros por um certo período. Já a Claire, que é uma atacante, tem como habilidade especial a sua metralhadora giratória, que pode evaporar os inimigos.
Nessa perspectiva, somos colocados, basicamente, em um tabuleiro, onde podemos ajustar a posição de todos os membros da equipe, à exceção do principal, que controlamos naquele momento.
Por mais que eu tenha jogado pouco tempo, eu adorei este modo e fiquei bem curioso para conferir essa dinâmica com os demais personagens inclusos e explorar suas diferentes classes.
Surpreendeu?
Como eu disse logo no início, fui para o teste do jogo sem nenhuma expectativa, tendo em vista a sua proposta de jogo mobile.
Contudo, após 25 minutos de jogatina e um bate papo bem rápido com o produtor, deixei o teste com uma outra perspectiva e totalmente empolgado para conferir mais do jogo.
O fato de terem implementado o modo livre com uma câmera fixa, fator exploração forte, puzzles e encontros esporádicos com zumbis que remetem aos games clássicos foi um acerto gigantesco.
Senti que estava jogando esses jogos, só que em uma tela menor, dessa vez.
A ideia de colocar um personagem totalmente novo que traz uma outra visão para a história, já tão conhecida entre os fãs da franquia, é bem interessante e desperta nossa curiosidade.
Já o modo arena, pelo pouco que joguei, foi uma adição muito bem vinda e eu acredito que, mais adiante na jornada, com novos membros em nossa equipe, iremos explorar ainda mais essa camada de estratégia implementada em survival unit.
Em suma, mal posso esperar para conferir a versão final e agradeço imensamente a agência Theogames pelo convite para testá-lo durante a Brasil Game Show 2025.
Resident Evil Survival Unit chega ainda este ano e segue sem uma data de lançamento específica.
Vale ressaltar que o jogo chegará de graça para todos assim que for disponibilizado.
Não esqueça de nos seguir nas redes sociais (todas elas como @meialuafsoco) ou nos links no topo da página, e também se inscreva no nosso canal do YouTube para não perder mais informações sobre jogos, cobertura de eventos, lives e vídeos.
Confira também outras matérias e análises em nosso site:













