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Cronos The New Dawn | Análise

Caio Nobre by Caio Nobre
03/09/2025
in Análises, Destaque, Games, Notícias

Cronos the New Dawn é o novo jogo da Bloober Team, estúdio responsável pelo remake de Silent Hill 2, que traz uma proposta voltada, mais uma vez, para o terror, com forte inspiração em Dead Space.

Graças à assessoria da Theo Games, nós recebemos o jogo antecipadamente, eu já zerei e agora você confere a nossa análise completa e sem spoilers. Vamos lá!

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O enredo

Assim que iniciamos a campanha, somos apresentados à nossa protagonista, que não possui um nome específico, apenas um número de série: ND-3576, ou simplesmente chamada de “a viajante”.

Nosso objetivo é encontrar outro viajante que acabou desaparecendo durante sua missão e recuperar um artefato importante para que possamos dar continuidade a essa jornada, que consiste em encontrar pessoas distintas em um mundo distópico e preservar sua essência.

O mundo como conhecemos foi totalmente erradicado por uma infecção que transformou os seres humanos em monstros horrendos, chamados de órfãos, restando apenas alguns poucos sobreviventes.

À medida que avançamos, surgem questionamentos sobre como essa doença surgiu, qual o real papel do coletivo, de onde vêm os viajantes, e aparecem mistérios sobre nossa protagonista e outro viajante que encontramos no decorrer da história.

Estou evitando ao máximo detalhar pontos específicos justamente para não dar spoilers, pois, para mim, o enredo é um dos destaques do jogo.

Fiquei preso na cadeira durante toda a campanha, curioso para entender mais sobre os acontecimentos que devastaram a raça humana, como cada personagem se encaixa nisso, mesmo aqueles que são nossos alvos, e o que são, de fato, os viajantes.

Muitos questionamentos são respondidos, enquanto outros ficam no ar. Vocês entenderão melhor ao jogar.

Eu só sei que, em termos gerais, a história é muito interessante e nos entrega um desfecho deveras inesperado.

O gameplay

Se houve algo que chamou bastante atenção na revelação de Cronos the New Dawn, foi o seu gameplay, principalmente pela inspiração em Dead Space, outra franquia do horror muito conhecida.

A viajante tem uma mobilidade mais pesada devido à sua armadura; portanto, ela não efetua pulos nem esquiva para evitar ataques, tudo depende dos movimentos do jogador.

Quanto ao poder de fogo, começamos com uma pistola e, no decorrer da campanha, adquirimos também uma escopeta, uma carabina e outra arma que deixarei para vocês descobrirem.

Embora não seja um arsenal vasto, é suficiente para combater os monstros que encontramos pelo caminho, e, particularmente, não senti que fosse necessário mais do que isso.

Além disso, essas armas possuem variações encontradas ao explorar os diferentes ambientes, que podem ser bem úteis contra inimigos mais fortes.

Nossa personagem também pode utilizar ataques corpo a corpo, basicamente socando os adversários, e o famoso pisão, bastante familiar em Dead Space, que foi implementado aqui.

Outro recurso extremamente importante no gameplay é o dispositivo lança-chamas presente no traje do viajante, além das minas explosivas que encontramos mais adiante.

Como já explicaram os produtores em diversos materiais de bastidores, algo que deve ser evitado a todo custo em Cronos é que os inimigos se fundam a outros já mortos. Caso isso aconteça, eles se tornam muito mais fortes e difíceis de abater. Sendo assim, o uso do fogo é crucial para impedir essa fusão; no entanto, quando há um grande grupo de monstros atrás de nós, pode ser bem complicado.

Isso torna tudo mais intenso durante as batalhas, pois, ao passo que precisamos eliminar os inimigos, não podemos deixá-los se fundir. Saber o momento certo de usar o lança-chamas e as minas pode salvar sua vida.

A jogabilidade, no geral, é bem simples e funciona muito bem. Usar as armas de fogo traz uma sensação bacana, tanto pelo disparo quanto pelo impacto visual causado nos inimigos.

Enfrentar os diferentes perigos causa, ao mesmo tempo, tensão e satisfação, principalmente pela atmosfera gerada em locais com pouca iluminação e sem muitas opções para se esconder. Falarei melhor sobre isso mais adiante.

Eu joguei na versão de PC, usando teclado e mouse, o que deixou tudo ainda mais divertido devido à precisão da mira.

Com o intuito de adicionar atividades à jogatina, ao invés de somente andarmos para todo lado em busca de chaves para abrir portas, alguns puzzles e elementos de travessia foram implementados.

Nossa arma possui um dispositivo que manipula o fluxo do tempo, onde podemos avançar ou retroceder partes de estruturas para formar passagens.

Em um dado momento conseguimos botas gravitacionais para caminhar sobre superfícies específicas e, em outro ponto, novamente utilizando nossa arma, podemos flutuar até outra construção caso estejamos no vazio.

Embora não seja algo tão recorrente, achei bacana essas adições, pois adicionam um tempero a mais na exploração e fogem um pouco do “somente andar de um lado para o outro”.

Inventário e escassez de recursos

Como todo bom jogo de tiro em terceira pessoa, em Cronos temos um inventário que começa com espaço limitado.

Cada recurso que pegamos ocupa um quadrado nesse inventário, inclusive itens destinados a finalidades específicas, como abrir portas e arrebentar correntes.

Isso, por si só, já traz um adicional de dificuldade no jogo que, na minha opinião, poderia ter sido pensado de forma melhor, talvez deixando recursos como chaves e cartões em um compartimento específico.

Digo isso porque o jogo basicamente nos incentiva a focar todo o upgrade inicial do traje no inventário, que, como mencionei, começa bem limitado. Falarei mais sobre upgrades no próximo tópico.

Quanto à escassez de recursos: ao eliminar monstros, explorar e quebrar caixas, conseguimos munição para nossas armas. Temos a opção de fabricá-la, usando dois recursos distintos para isso.

Contudo, em muitos trechos da jornada, é absolutamente normal, durante um embate contra monstros e chefes, ficarmos sem munição.

Embora eu tenha, de certa forma, conseguido lidar melhor com essa dificuldade ao gastar energia (a moeda do jogo) na loja para comprar munições e materiais de fabricação, penso que poderiam equilibrar melhor essa distribuição no que tange às munições.

Upgrades de traje, armas e filactérios

Em toda área segura que encontramos há um console para realizar upgrades em nossas armas e no traje do viajante.

As evoluções do traje dependem de núcleos, itens muito raros encontrados em cada cenário mediante exploração.

Já as armas exigem energia, que também conseguimos ao explorar, quebrar caixas e derrotar inimigos.

Como citei no tópico anterior, um dos pontos de maior dificuldade é a administração do espaço no inventário; sendo assim, durante minha run foquei em desbloquear todos os espaços para comportar mais itens.

Feito isso, voltei minha atenção para os demais upgrades do traje, que consistem na sua integridade (quantidade de vida) e no limite de um mesmo recurso que podemos carregar por vez em um mesmo slot do inventário.

Este é outro quesito em que vejo espaço para melhora, talvez aumentar a quantidade de núcleos que podem ser encontrados em cada fase ou diminuir a quantidade gasta nos upgrades, para que tenhamos mais liberdade para explorar outras opções do traje.

Nas armas, foquei bastante no aumento de dano inicialmente, devido à alta resistência dos inimigos, e, periodicamente, upava outros atributos de cada uma. Nesse ponto eu me virei bem.

Por fim, temos os filactídeos, que são basicamente as essências dos humanos que coletamos durante a jogatina. Quando as pegamos, o jogo exibe uma descrição breve do alvo e também uma vantagem que ele nos dá ao mantê-lo conosco.

Por exemplo: uma essência potencializa os ataques físicos, enquanto outra aumenta o dano da arma ao atirar na cabeça dos inimigos, e assim por diante.

No entanto, só podemos carregar três por vez e, sendo assim, quando encontramos mais precisamos decidir por manter ou apagar permanentemente a que possuímos.

Este é, sem dúvida, um recurso bem interessante, mas acho que poderiam ter colocado uma opção de armazenamento desses filactídeos, em vez de obrigar o jogador a apagá-los permanentemente.

Pensando em termos de enredo, faz sentido, vocês entenderão o porquê, mas, para a jogabilidade, creio que seria mais interessante armazenar as sobressalentes em vez de apagá-las completamente.

A ambientação

Os cenários em Cronos são bem lineares, com alguns locais que divergem do caminho principal e podem conter segredos e recursos valiosos. Mas não se engane: algumas áreas são grandes e podem levar um bom tempo para finalizá-las.

Nós passamos por casas abandonadas, praças, tumbas, metrô, tudo com pouca iluminação e, em sua maioria, mais fechado para movimentação.

Esses locais fechados são propositais, para aumentar ainda mais nossa tensão ao virar em cada corredor.

Muitos deles, inclusive, possuem uma biomassa bem grotesca saída dos inimigos, que aparenta estar viva. Nesses ambientes todo cuidado é pouco, pois existem monstros nas paredes, outros que podem sair do chão e nos pegar desprevenidos, entre outros perigos.

Toda a atmosfera em Cronos foi muito bem pensada para nos manter alertas o tempo todo, e são raros os momentos de tranquilidade, que só acontecem, na verdade, em locais de save.

Esses lugares, alinhados aos efeitos sonoros, que são muito bem trabalhados aqui, deixam tudo ainda mais perturbador.

Os locais com biomassa e os barulhos emitidos pelas paredes nos fazem pensar, a todo momento, que existe algum monstro por perto. É bem tenso.

Já a trilha sonora combina perfeitamente com o clima que o jogo quer passar, trazendo uma vibe de terror na maior parte do tempo.

Nesse ponto, a Bloober Team de fato arrebentou.

Inimigos e chefes

Em Cronos não temos uma variedade tão grande de inimigos, e isso se dá, ao meu ver, pela possibilidade de se fundirem, criando versões mais poderosas de si mesmos e mudando um pouco sua aparência.

Temos desde os normais, que encontramos no início do jogo, alguns mais ágeis, outros mais parrudos e difíceis de eliminar, até aqueles menores que explodem e espalham ácido no ambiente, entre outros.

Particularmente, não senti falta de uma variedade maior, pois souberam dosar bem os enfrentamentos com os momentos de tensão enquanto exploramos.

Eles, inclusive, podem ser bem complicados de enfrentar em grande quantidade, mesmo na sua forma normal, por possuírem resistência acima da média.

Como mencionei ao falar do gameplay, todo cuidado é pouco nesses momentos e, caso você permita que façam merge com outros já mortos, a batalha pode ficar extremamente complicada.

Quanto aos chefes, cada cenário principal que visitamos possui um. Todos apresentam um visual grotesco e perturbador, mas as lutas em si, a partir do momento em que entendemos o que fazer, são bem tranquilas de lidar.

O que pode tornar esses embates mais complicados é justamente a falta de munição, que mencionei antes.

Certos momentos contra grandes grupos de inimigos podem ser bem mais difíceis do que o próprio chefe.

A única luta que demanda um pouco mais do jogador é a final, devido às limitações de movimento da nossa personagem.

Sendo assim, o jogo traz um desafio bacana, porém mais influenciado por outros fatores, como a escassez de munição, do que pelos próprios inimigos em si.

Bugs e problemas de desempenho

Embora seja um jogo muito bom, Cronos não está isento de problemas, e alguns me incomodaram bastante.

Como mencionei anteriormente, joguei a versão de PC utilizando uma GeForce RTX 5070, um processador Intel Core i9-14900KS, 32 GB de memória Kingston Fury 3200 MHz e um M.2 de 1 TB.

No entanto, mesmo com uma boa configuração, o jogo apresenta problemas de desempenho, com quedas bruscas de frames, vez ou outra. Em alguns casos, quando isso ocorria, precisei fechar o jogo e abrir novamente para estabilizar a contagem de quadros.

Outro problema que encontrei foi ao tentar abrir o jogo na Steam: ao iniciar, algumas mensagens de erro da Unreal Engine apareciam, e foi necessário reiniciar o jogo mais de uma vez até funcionar.

Com o jogo aberto, no entanto, tudo funcionou normalmente, mas são problemas que frustram, principalmente as quedas bruscas de frames.

Caso opte por pegar no PC, recomendo averiguar primeiro as configurações recomendadas para rodá-lo, a fim de evitar frustrações, pois o game está, sim, bem pesado.

Vale a pena?

Cronos the New Dawn me chamou a atenção desde que foi anunciado, principalmente por sua inspiração em Dead Space, outro game que gosto muito.

Ao jogar a versão final, posso dizer que gostei bastante da experiência e recomendo fortemente para todos que são fãs desse gênero.

O jogo traz uma história muito boa e intrigante, um gameplay sólido, ambientação arrepiante que nos deixa em alerta o tempo todo e inimigos grotescos que entregam um bom desafio.

Minhas maiores ressalvas estão na escassez de recursos, que, ao meu ver, poderia ser melhor balanceada, e também nos bugs, principalmente nas variações de quadros, que estão diretamente ligados à performance e precisam de ajustes.

Em suma: é um ótimo jogo que os fãs de terror e de Dead Space irão apreciar bastante.

Cronos the New Dawn será lançado para PlayStation 5, Xbox Series X|S, PC e Nintendo Switch 2 no dia 05 de setembro.

Confira também a nossa análise completa no Youtube:

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