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Home Games Análises

SHINOBI: Art of Vengeance | Análise

Caio Nobre by Caio Nobre
25/08/2025
in Análises, Destaque, Games, Notícias

SHINOBI: Art of Vengeance marca o retorno dessa franquia clássica lançada há mais de 30 anos, com a proposta de renová-la para os fãs e apresentar a série a um novo público.

Graças à Sega Brasil e à Theo Games, recebemos uma chave antecipada do jogo, já zeramos e trago agora a minha análise completa.

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O enredo

Temos aqui uma clássica história de vingança. A Terra estava em paz até que uma ameaça surgiu, vinda pelas mãos do Lorde Ruse e de sua organização paramilitar, a ENE Corp.

Com o intuito de dominar o mundo, Ruse e seus lacaios derrubaram rapidamente todas as frentes militares que se opuseram a eles, restando apenas uma resistência: o clã Oboro, liderado pelo shinobi Joe Musashi, nosso protagonista.

O clã de Musashi é conhecido por proteger a humanidade de perigos diversos. Sabendo disso, Ruse ataca a vila do clã com força total, eliminando os discípulos de Musashi e dizimando grande parte do Oboro.

Após esse ataque, Musashi parte sozinho em uma jornada de vingança para derrubar, de uma vez por todas, o Lorde Ruse e toda a sua organização.

Embora a narrativa não seja o ponto mais forte do jogo, ela é envolvente e apresenta personagens interessantes ao longo da jornada, que ajudam a explicar os objetivos, os poderes e a motivação da ENE Corp.

Musashi é um protagonista praticamente mudo, que responde apenas com grunhidos — como vimos na demo — o que, na minha opinião, confere ainda mais imponência ao personagem. Há um momento específico na história (não vou entrar em detalhes para evitar spoilers) que é particularmente impressionante.

Em resumo, o enredo serve como justificativa para a jornada, mas traz camadas e pontos de interesse suficientes para manter a curiosidade do jogador.

Gráficos lindíssimos

Um dos pontos que mais chamou atenção no anúncio de Shinobi: Art of Vengeance foi, sem dúvida, seu visual: um estilo artístico único, desenhado à mão.

Na demo jogamos a primeira fase, do vilarejo Oboro, e já dava para ver o capricho do estúdio, tanto nos elementos interativos quanto nos cenários de fundo. Na versão final, ao explorar os diferentes cenários da campanha, fiquei realmente encantado com o trabalho da Lizardcube.

Todas as fases são belíssimas e ricas em detalhes — do deserto escaldante ao laboratório secreto, do festival de luzes ao mercado de peixes. Em vários momentos parei só para admirar o ambiente; o modo foto do console praticamente implorava para ser usado.

O cuidado também se estende a Musashi, seus companheiros, inimigos e chefes: todos apresentam designs únicos e muito bem pensados. A expectativa por descobrir como cada nova fase iria me surpreender foi um dos aspectos mais empolgantes da campanha.

Como funciona o gameplay

Joe Musashi é um ninja extremamente poderoso, fato deixado claro já no início da campanha. Essa imponência se reflete no gameplay, que oferece numerosas artes ninja e habilidades.

Musashi pode executar ataques fracos e fortes com a katana, lançar kunais, pular, esquivar, realizar execuções shinobi e usar técnicas Ninpo e Ninjutsu. Esse arsenal entrega um gameplay fluido, divertido e cheio de possibilidades.

Várias combinações surgem ao mesclar ataques fracos e fortes com esquivas e saltos, permitindo criar combos poderosos para dizimar inimigos. O jogo incentiva a criatividade do jogador: é possível combinar sequências no chão, lançar inimigos ao ar e finalizar no solo, entre outras rotas de combo.

À medida que evoluímos Musashi, novas ações de combate são compradas, intensificando ainda mais as possibilidades. Eu cheguei a completar 100% das fases e adquirir todos os movimentos da loja — e foi muito satisfatório.

Há 17 ações de combate para desbloquear, que podem ser combinadas para criar rotas de combo. Além disso, o jogo inclui um menu de treinamento para testar habilidades.

Também existem 8 Ninpos (habilidades ninja) que podem ser obtidas. Podemos equipar até quatro Ninpos, cada um mapeado a um botão, e eles consomem uma barra de energia quando ativados. Cada Ninpo tem avaliações de dano, blindagem e execução, de uma a três estrelas, o que exige planejamento para montar builds eficientes contra diferentes inimigos.

Quando um inimigo fica atordoado, Musashi pode executar uma execução shinobi — uma finalização estilosa que concede recursos como moedas, kunais e HP. Existem habilidades que facilitam o atordoamento, vale explorar essas possibilidades.

O Ninjutsu é a técnica suprema de Musashi: além de visual impressionante, pode virar o jogo em encontros contra grupos numerosos ou chefes difíceis.

No geral, a jogabilidade é o ponto mais forte do jogo: fluida, precisa e satisfatória. Exige reflexo, mas recompensa o jogador habilidoso.

Exploração e backtracking

Como já é de conhecimento geral, Shinobi Art of Vengeance é um jogo de ação com elementos de um Metroidvania, ou seja, por diversas vezes encontraremos áreas em um estágio que não serão acessíveis naquele momento.

Após jogar a versão final, posso dizer com toda certeza que o estúdio incorporou muito bem esse gênero.

Cada fase possui diferentes caminhos que podemos seguir, sendo aquele nos leva ao objetivo final, onde enfrentamos o chefe do cenário, e aqueles que possuem segredos e itens escondidos, que nem sempre podemos alcançar devido a falta de uma habilidade que só conseguiremos mais adiante.

Pensando nisso, a Lizardcube implementou essa ideia de uma forma muito legal e que facilita, até certo ponto, esse backtracking para os jogadores.

Cada ponto de controle que encontramos pode ser usado como viagem rápida, de forma que possamos transitar rapidamente pelas inúmeras camadas de um cenário.

Essa versatilidade nos deixa retornar às fases já concluídas assim que conseguimos novos Ningis, ações de mobilidade ou ataques especiais do Musashi, que darão acesso a esses locais.

No entanto, o uso do mapa é primordial para identificar estes esconderijos e alguns podem tranquilamente passar despercebidos.

Durante a minha jogatina não foram poucas as vezes que me vi perdido em uma fase, buscando um lugar secreto para completá-la 100%.

Cada estágio possui de duas a três forças de elite, duas caixas secretas, cinco relíquias dos Oboro e uma fenda Ankou que, dependendo da fase, cada uma delas podem estar bem escondidas.

Isso demanda uma boa atenção do jogador e pode se tornar cansativo em alguns momentos, principalmente para aqueles que não têm tanta paciência com jogos do gênero.

No meu caso, confesso que fiquei entediado em alguns momentos, mas eu curti tanto a experiência que acabei indo atrás de todos os segredos.

O jogo é bem convidativo para exploração e nos incentiva a todo momento a ir atrás dos locais secretos, principalmente para evoluir o nosso protagonista. Vale muito a pena.

Evoluindo Musashi

Como citei brevemente ao falar do gameplay, nós podemos evoluir Musashi de diferentes formas, seja aumentando seu HP, a quantidade de kunais, conseguindo novas barras de energia para usar mais Ninpos ou comprando ações de combate e amuletos na loja.

Logo na primeira fase nos deparamos com a Loja Youkai, que está presente em todos os cenários. A medida que coletamos moedas, ao eliminar os inimigos, nós as usamos para comprar diferentes itens.

No entanto, não estão todos liberados logo de cara. É aí que o fator exploração, que expliquei no tópico anterior, se torna tão importante.

Como expliquei, cada fase possui um máximo de 5 relíquias dos oboro e elas são usadas justamente para desbloquear novos itens na loja.

E estes não se limitam apenas a diferentes ações de combate, mas amuletos, reforços de energia, kunai e vida, amuletos, ninpos e mais.

Eu, particularmente, gostei da forma como isso foi implementado, pois é um fator que nos incentiva a voltar em fases anteriores, após adquirir novos Ningis, para acessar áreas até então impossíveis de alcançar.

A curiosidade e a paciência em Shinobi podem ser bem recompensadoras.

Inimigos, chefes e desafios

Como citei anteriormente, os inimigos e chefes presentes em Shinobi Art of Vengeance foram muito bem pensados em termos de design.

No entanto, eles não ficam atrás no quesito desafio, seja em bando ou em momentos específicos que demandam mais habilidade do jogador.

Nós enfrentamos diferentes soldados, ninjas e monstros, que vão sendo introduzidos à medida que avançamos na campanha, cada um com ataques e poderes específicos para nos causar dor de cabeça, por assim dizer.

Sozinhos ou em pouca quantidade são bem tranquilos, mas combinados, todo cuidado é pouco, principalmente em cenários onde podemos cair em buracos, ou nos machucar encostando em espinhos, entre outros.

As lutas contra chefes são um show à parte. Embora não sejam tão complicados assim, as batalhas são bem divertidas e proporcionam alguns bons momentos de tensão, principalmente os finais.

Cada boss, seja em aparência ou ataques, foram muito bem pensados mostrando novamente o alto nível de criatividade do estúdio.

A dificuldade do jogo é bem dosada e o mesmo traz sim momentos que nos fazem arrancar os cabelos, contudo, os desafios de travessia, para conseguir itens valiosos, as forças de elite e, principalmente as fendas Ankou, irão testar absurdamente a sua paciência. É sério.

Para que vocês possam ter uma ideia, em alguns destes desafios eu levei alguns bons minutos para conseguir avançar, por exigirem uma precisão insana nos movimentos do Musashi, então se preparem para alguns momentos de rage.

As fendas são, sem dúvida, os estágios mais difíceis do jogo na minha visão, e eu compreendo o motivo, devido a recompensa que coletamos ao concluir todas elas.

Embora eu tenha quase feito meu controle voar em muitas ocasiões, a sensação de sobrepujar esses desafios é sem igual, além de trazer recompensas muito valiosas para deixar Joe ainda mais poderoso.

Temos Bugs

Mesmo sendo um jogo incrível, Shinobi Art of Vengeance não está isento de problemas e alguns me incomodaram um pouco.

Me deparei com alguns bugs pontuais, mas bem chatos, eu diria. Durante a exploração, o ícone que mostra a posição de Musashi chegou a travar em um local específico, sendo necessário fechar e abrir o jogo novamente.

Enfrentei alguns bugs sonoros, onde o som de uma fase que se repetia, como o barulho de uma máquina, permaneceu mesmo depois de passar por ela, sendo necessário fechar o jogo também.

E por fim, em um determinado momento nas fases finais, o jogo crashou, fazendo com que eu perdesse uma parte do meu avanço. 

Felizmente eu voltei ao ponto de controle mais recente, mas foi impossível esconder a frustração, principalmente por se tratar de um trecho delicado.

Obviamente, esses problemas não afetaram de forma drástica a minha experiência, considerando tudo que o jogo oferece, mas, principalmente o fechamento abrupto do jogo necessita de uma atenção especial, para que isso não ocorra com outras pessoas.

Felizmente, comigo isso aconteceu apenas uma vez.

Vale a pena?

Shinobi Art of Vengeance já havia me conquistado em seu trailer de anúncio, principalmente pelo seu estilo artístico belíssimo e sua jogabilidade.

Após zerá-lo, digo com facilidade que é um dos melhores jogos do ano e uma experiência obrigatória para os fãs da franquia e do gênero.

O jogo entrega tudo, desde gráficos impecáveis, gameplay fluido e delicioso, cenários cativantes, desafios de alto nível e um enredo interessante de se acompanhar.

Minha jornada durou mais de 18 horas fazendo 100% em cada um dos cenários e eu aproveitei cada segundo.

Após zerar, inclusive, temos mais coisas para fazer que são liberadas após finalizá-lo.

Os bugs que citei há pouco são uma gota no oceano se comparado a experiência geral entregue por essa obra.

Se você jogou a demo e adorou, tenho certeza que vai se deleitar com a jornada completa de Joe Musashi em sua luta contra o Lorde Ruse e a ENE Corp.

Shinobi Art of Vengeance chega globalmente no dia 29 de agosto para Playstation 5, Playstation 4, Xbox Series X/S, Xbox One e Nintendo Switch 1 e 2.

Aqueles que comprarem a versão deluxe, poderão jogá-lo mais cedo, a partir da próxima terça-feira, dia 26 de agosto.

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