Meia-Lua
  • Home
  • Games
    • Análises
    • Noticias
    • Indies
    • Nintendo
    • Playstation
    • Xbox
    • PC
    • Portátil e Mobile
    • Retrogame
  • Filmes e Séries
    • Criticas
    • Notícias
    • Animações
    • Documentários
    • Filmes
    • Séries
  • Podcasts
    • Costelas e Hidromel
    • MeiaLuaCast
    • Meia Lua News
  • Tecnologia
    • Review
  • Literatura
    • Criticas
    • Notícias
    • Quadrinhos
    • Livros
    • Mitologia
    • Notícias
  • Contato
No Result
View All Result
Meia-Lua
  • Home
  • Games
    • Análises
    • Noticias
    • Indies
    • Nintendo
    • Playstation
    • Xbox
    • PC
    • Portátil e Mobile
    • Retrogame
  • Filmes e Séries
    • Criticas
    • Notícias
    • Animações
    • Documentários
    • Filmes
    • Séries
  • Podcasts
    • Costelas e Hidromel
    • MeiaLuaCast
    • Meia Lua News
  • Tecnologia
    • Review
  • Literatura
    • Criticas
    • Notícias
    • Quadrinhos
    • Livros
    • Mitologia
    • Notícias
  • Contato
No Result
View All Result
Meia-Lua
No Result
View All Result
Home Games Análises

Donkey Kong Bananza | Análise

Caio Nobre by Caio Nobre
25/07/2025
in Análises, Destaque, Games, Notícias

Donkey Kong: Bananza é o novo jogo do nosso gorilão favorito, lançado após muitos anos de espera. Graças à Nintendo Brasil, tivemos a oportunidade de jogá-lo em seu lançamento.

A grande pergunta é: após todo esse tempo, esta nova obra faz jus ao legado do personagem? Vamos discorrer sobre isso a seguir.

Leia Mais

Resident Evil Requiem | Análise

Yakuza Kiwami 3 & Dark Ties | Análise

Reanimal | Análise

A Premissa

A história de Donkey Kong: Bananza é bem simples. Assim como na maioria dos jogos desse estilo, ela serve como justificativa para a nossa aventura.

Basicamente, a Void Company, os vilões da vez, começa a roubar todas as bananas existentes em cada uma das subcamadas, com o propósito de chegar ao núcleo do planeta. Não irei mencionar os motivos, pois não quero dar spoilers.

Dessa forma, cabe a DK e Pauline irem atrás dos vilões e impedi-los antes que seja tarde.

O legal nesse enredo é que ele possui momentos memoráveis e reviravoltas incríveis e inesperadas.

Se você ainda não jogou ou está jogando, evite ao máximo spoilers da parte final do jogo. Você vai se surpreender.

Acompanhar a jornada de DK e Pauline—especialmente os diálogos, já que só a Pauline realmente conversa—é muito agradável.

Aproveito para destacar a dublagem da Pauline em português do Brasil, que ficou simplesmente sensacional.

Essa história, unida aos demais fatores que detalharei a seguir, fez desta jornada algo memorável.

Gameplay

Não é segredo para ninguém que a Nintendo é especialista em criar jogos extremamente divertidos.

Quando Donkey Kong: Bananza foi anunciado, minhas expectativas estavam altíssimas, especialmente depois de tantos anos sem um novo game do nosso gorilão favorito.

Mesmo sendo um grande fã dos jogos clássicos em perspectiva 2D, fiquei entusiasmado com esse novo título já no primeiro trailer, apesar de ter me preocupado um pouco com o fator destruição, temendo que pudesse se tornar cansativo após algumas horas.

Felizmente, após zerar o jogo, posso afirmar com certeza que esse é um dos pontos mais divertidos de Donkey Kong: Bananza.

Praticamente tudo em cada ambiente que visitamos pode ser destruído com os socos potentes do DK, exceto alguns materiais, como metal, entre outros.

Isso é extremamente importante para coletar diferentes recursos, como pepitas de ouro, fósseis, mapas encontrados em baús, bananas, locais secretos e muito mais.

Para isso, nosso controle é mapeado da seguinte forma: temos um botão para soco frontal, outro para socar o chão e um terceiro para socar para cima. Pode parecer confuso inicialmente, mas em poucos minutos nos acostumamos.

Além disso, temos um botão para pular, rolar, agarrar ou arrancar materiais das paredes ou do chão, e usar o famoso tapão, que coleta itens ao redor e funciona como um sensor para detectar recursos próximos.

A Pauline, que acompanha DK durante toda a jornada, utiliza suas habilidades de canto para ativar as transformações do gorilão—que abordaremos mais adiante—e para destravar alguns acessos e fases bônus que não podem ser alcançados apenas com socos.

Tudo funciona de maneira fluida e agradável. Explorar Donkey Kong: Bananza é simplesmente delicioso; a cada local que destruímos, podemos encontrar algo inesperado e valioso.

E não para por aí! Cada ambiente possui inúmeras fases bônus, com desafios variados para serem cumpridos. Ao final delas, conseguimos bananas como recompensa.

Assim, há muito o que fazer em Donkey Kong: Bananza, e cada pedacinho do cenário nos incentiva a explorar. Eu adorei.

As Transformações Bananza

Como se não bastassem as mecânicas padrão do DK, ele também conta com transformações chamadas Bananzas, que incrementam muito a nossa diversão.

Duas dessas transformações não foram mostradas em trailers, então, se você ainda não viu, recomendo pular para o próximo tópico da análise.

Ele pode se transformar em um gorila robusto, cujos golpes são ainda mais poderosos, permitindo quebrar tudo com extrema facilidade.

Outra transformação é a zebra, que aumenta consideravelmente sua agilidade, permitindo que ele corra em superfícies frágeis sem cair.

Há também o avestruz, que pode voar e planar por um breve período, o que é muito útil para alcançar locais que seriam inacessíveis a pé.

O elefante, que, na minha opinião, é a habilidade mais vantajosa, suga tudo o que vê pela frente, facilitando bastante a coleta de recursos.

Por fim, há a cobra, que pode saltar mais alto do que o normal e usar poderes de hipnose.

Toda a dinâmica de gameplay é aprimorada com essas transformações, e cada uma delas, como expliquei, possui uma finalidade diferente que auxilia na exploração, resolução de enigmas e destruição dos cenários.

Obviamente, temos um tempo limitado para usá-las, que podemos aprimorar ao evoluir o DK. Depois de algumas horas de jogo, será possível usá-las praticamente o tempo todo.

Evolução do DK e Cosméticos Úteis

Fica evidente que o recurso mais importante em Donkey Kong: Bananza são as bananonas que encontramos pelo caminho.

Quando juntamos um total de cinco, recebemos um ponto de habilidade para gastar no menu de habilidades do DK.

Nesse menu, podemos aprimorar o sensor, melhorar a potência dos socos, aumentar a quantidade de corações, o tempo em que as Bananzas ficam ativas, as habilidades das próprias Bananzas e muito mais.

Tudo é bem intuitivo e fácil de entender, e existem habilidades realmente úteis que melhoram nosso gameplay, tornando a exploração ainda mais gratificante. Esse foi outro grande acerto da Nintendo, na minha opinião.

Além das habilidades, temos NPCs distintos em cada ambiente que comercializam balões de vida, trocam moedas por bananas, vendem roupas para o DK e a Pauline, cores para nosso gorilão, e muito mais.

No entanto, falando especificamente das roupinhas que adquirimos, elas não são apenas cosméticas. Elas também trazem vantagens úteis para a jogabilidade, principalmente para facilitar a exploração no cenário em que estamos.

Por exemplo, temos uma gravata que aumenta em 20% a chance de encontrar baús ao quebrar os cenários, calças que reduzem o dano causado por inimigos e roupas da Pauline que aumentam ainda mais o tempo em que uma Bananza fica ativa.

É extremamente importante ficar atento a esses recursos, ao mesmo tempo que é divertido conferir, em cada local, quais roupinhas estarão disponíveis para os personagens.

Vale ressaltar que os fósseis, recurso usado para adquirir estes itens, são exclusivos de cada ambiente, ou seja, não é necessário acumulá-los para o próximo, já que eles são alterados. Isso incentiva ainda mais a exploração.

Os Ambientes e a Exploração

Em Donkey Kong: Bananza, temos diferentes mundos para visitar, chamados de subcamadas, uma vez que nossa jornada é rumo ao núcleo do planeta. Começamos na superfície e vamos descendo a partir dela.

Cada uma dessas camadas traz um ambiente diferente, variando entre florestas, neve, praias, minas e até mesmo locais inspirados em comida.

Todos são únicos, belíssimos e muito criativos em sua construção e level design. É extremamente divertido explorar cada canto desses lugares em busca de segredos e, é claro, sair destruindo tudo.

Como expliquei anteriormente, cada novo cenário possui um tipo de fóssil para coletar e comprar roupinhas específicas daquele ambiente, e isso é um grande adendo à diversão, assim como as diferentes fases bônus que encontramos.

Falando nelas, como já mostrado em trailers, a Nintendo não poupou esforços em fazer homenagens a cenários clássicos de Donkey Kong Country. Temos fases de Donkey Kong 1, 2, 3 e até mesmo do clássico Nintendinho para descobrir.

Esses momentos aquecem o coração de qualquer fã ao ver esses locais reimaginados e, mais importante, tocando a trilha sonora clássica. É emocionante.

A construção de mundos é algo que a Nintendo sempre fez muito bem em todas as suas franquias, e em Donkey Kong: Bananza não foi diferente.

A Única Ressalva

A minha única ressalva, de um modo geral, diz respeito à dificuldade do jogo, especialmente em relação aos chefes.

Levando em conta outros jogos da franquia, onde temos desafios consideráveis nas batalhas contra os inimigos finais de cada mundo, em Bananza isso deixou a desejar.

A grande maioria dos chefes é insanamente fácil, a ponto de algumas fases bônus apresentarem um maior desafio, sendo cenários de travessia, basicamente.

Isso afetou a minha experiência com o jogo? De forma alguma, pois o grande foco aqui está na exploração e descoberta.

Apenas a batalha final do jogo é um pouco mais complicada, mas nada demasiado difícil.

Vale a Pena?

Faz anos que espero um novo jogo de Donkey Kong, que é um dos meus personagens favoritos.

Depois de jogar Donkey Kong: Bananza, posso afirmar com tranquilidade que a espera valeu muito a pena.

Embora não seja o jogo que muitos esperavam, com a perspectiva dos clássicos em 2D, a Nintendo conseguiu entregar uma experiência digna do nosso gorilão favorito, na minha opinião.

O jogo diverte a todo momento, a história é fácil de acompanhar, os cenários são lindíssimos, a trilha sonora é um espetáculo e o final é de aplaudir de pé.

O maior impeditivo é, sem dúvida, o seu preço, que está bem salgado no Brasil.

No entanto, se você é fã de Donkey Kong, quando tiver a oportunidade, adquira o jogo e embarque nessa obra-prima que inaugurou muito bem a vida do Switch 2. Você não vai se arrepender.

Donkey Kong: Bananza já está disponível como um exclusivo para o Nintendo Switch 2.

Não esqueça de nos seguir nas redes sociais (todas elas como @meialuafsoco) ou nos links no topo da página, e também se inscreva no nosso canal do YouTube para não perder mais informações sobre Resonance: A Plague Tale Legacy e também para não perder a nossa cobertura de eventos, lives e vídeos.

Confira também outras matérias e análises em nosso site:

  • Wuchang Fallen Feathers | Análise
  • Death Stranding 2 | Análise
  • Silent Hill f ganha data de lançamento
  • Bailarina | CRÍTICA

Espalhe a delícia 😉

  • Facebook
  • 18+
Tags: donkey kong bananzadonkey kong bananza análisedonkey kong bananza criticadonkey kong bananza é tudo issodonkey kong bananza reviewdonkey kong bananza vale a pena
Previous Post

Wuchang Fallen Feathers | Análise

Next Post

Ninja Gaiden Ragebound | Análise

Caio Nobre

Caio Nobre

Posts Relacionados

Resident Evil Requiem | Análise
Análises

Resident Evil Requiem | Análise

25/02/2026
Yakuza Kiwami 3 & Dark Ties | Análise
Análises

Yakuza Kiwami 3 & Dark Ties | Análise

24/02/2026
Reanimal | Análise
Análises

Reanimal | Análise

13/02/2026
O Morro dos Ventos Uivantes | CRÍTICA
Criticas

O Morro dos Ventos Uivantes | CRÍTICA

09/02/2026
NIOH 3 | Análise
Análises

NIOH 3 | Análise

04/02/2026
Animal Crossing New Horizons no Switch 2 | Vale a pena?
Games

Animal Crossing New Horizons no Switch 2 | Vale a pena?

25/01/2026
Next Post
Ninja Gaiden Ragebound | Análise

Ninja Gaiden Ragebound | Análise

Recomendados

Resident Evil Requiem | Análise

Resident Evil Requiem | Análise

25/02/2026
Yakuza Kiwami 3 & Dark Ties | Análise

Yakuza Kiwami 3 & Dark Ties | Análise

24/02/2026
Reanimal | Análise

Reanimal | Análise

13/02/2026
O Morro dos Ventos Uivantes | CRÍTICA

O Morro dos Ventos Uivantes | CRÍTICA

09/02/2026
NIOH 3 | Análise

NIOH 3 | Análise

04/02/2026
Animal Crossing New Horizons no Switch 2 | Vale a pena?

Animal Crossing New Horizons no Switch 2 | Vale a pena?

25/01/2026

Sobre nós

O Meia-Lua é um site sobre games, cultura pop e mitologia, fundado em 2012.

Somos aficionados por games, cinema, histórias em quadrinhos, livros, mitologia e todo universo da cultura pop.

Produzimos podcasts, vídeos e live-streams, focando em qualidade e diversão.

Links Úteis

  • Games
  • Filmes e Séries
  • Literatura
  • Tecnologia
  • MeiaLuaCast
  • Costelas e Hidromel

Tags

games jogos meia lua nintendo nintendo switch noticias notícias games notícias jogos pc Playstation playstation 4 playstation 5 ps4 ps5 Sony steam Switch trailer xbox xbox one

© 2024 - Meia Lua | Site não oficial. Desenvolvido e otimizado por: Otimização SEO - Agência de SEO Michel Ferreira

No Result
View All Result
  • Home
  • Games
    • Análises
    • Noticias
    • Indies
    • Nintendo
    • Playstation
    • Xbox
    • PC
    • Portátil e Mobile
    • Retrogame
  • Filmes e Séries
    • Criticas
    • Notícias
    • Animações
    • Documentários
    • Filmes
    • Séries
  • Podcasts
    • Costelas e Hidromel
    • MeiaLuaCast
    • Meia Lua News
  • Tecnologia
    • Review
  • Literatura
    • Criticas
    • Notícias
    • Quadrinhos
    • Livros
    • Mitologia
    • Notícias
  • Contato

© 2024 - Meia Lua | Site não oficial. Desenvolvido e otimizado por: Otimização SEO - Agência de SEO Michel Ferreira

Esse website utiliza cookies. Ao continuar a utilizar este website está a dar consentimento à utilização de cookies. Visite nossa Política de Privacidade e Cookies.