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Análise | The Elder Scrolls Online: Murkmire

Laura Giordani by Laura Giordani
14/11/2018
in Análises, Games

Mesmo estando presente desde o início da franquia The Elder Scrolls, pouco se sabe sobre a raça de homens-lagarto da série, os Saxhleel – mais conhecidos como Argonians ou, como eu gosto de chamar, Argonianos. Claro, nós sabemos sobre a história dos Argonianos e de sua terra natal, Black Marsh – “Pântano Negro” em português -, e um pouco a respeito da sua cultura e religião graças aos livros sobre a história e cultura de Tamriel espalhados pelos diferentes jogos da série – incluindo o infame “The Lusty Argonian Maid”, que fez muitos jogadores terem pesadelos ou quase arrancarem seus olhos fora -, porém nunca realmente a exploramos. Sem dúvida, a cultura e a religião Argoniana foi a menos desenvolvida em todos os jogos da série, isso até a chegada de Murkmire.
Não é que Black Marsh seja uma área inédita, Shadowfen, uma região da província, já estava presente no jogo base de The Elder Scrolls Online, porém os Argonianos e sua cultura não são o foco das histórias das quests disponíveis por conta de ser uma região fronteiriça com Morrowind e há muito conflito político por conta da presença dos Dunmer – ou Dark Elves – na área. Um jogador veterano de The Elder Scrolls sabe que os Dunmer e os Argonianos têm uma história hostil desde a Primeira Era por conta dos Dunmer ativamente escravizarem os Argonianos, um dos fatores que contribui para o Ebonheart Pact ser a aliança mais improvável e instável das alianças dado a grande animosidade que existe entre as três partes envolvidas – Nords, Dunmer e Argonians. Mesmo em sua própria região, os Argonianos tomam parte de coadjuvantes e são marginalizados pelos Dunmer e pelos Imperiais.
A nova expansão compensa essa falta de espaço e reconhecimento que os Argonians tiveram por tantos anos. Quando The Elder Scrolls: Murkmire foi anunciado na E3 2018, a promessa era de uma DLC de história. Posso com certeza dizer que a promessa foi cumprida. Todo o conteúdo das quests gira em torno da cultura Argoniana, com cada uma delas nos dando uma breve visão do da filosofia e dos costumes de cada tribo presente em Murkmire.
Antes de começar sua aventura em Murkmire, uma quest prólogo pode ser adquirida na Crown Store de forma gratuita, ou na cidade de Vulkhel Guard, Daggerfall, ou em Davon’s Watch com os panfletos da Cyrodilic Collections, uma organização que busca por aventureiros para ajudá-los na coleta de artefatos Argonianos para a criação de um museu em Black Marsh. Nessa quest, o jogador auxilia a líder da organização, Concordia Mercius, a recuperar artefatos Argonianos e informações tomados por um antigo associado da Cyrodilic Collections, essa busca dá ao jogador uma visão do que ele verá em Murkmire. Uma vez completada a quest prólogo, o jogador recebe uma estaca-de-sepultura Argoniana e uma linha de seis quests diárias da Cyrodilic Collections, cada uma delas uma vez completadas dá um box de recompensas com a temática de Murkmire, incluindo ingredientes necessários para criar o pet Jelly Swamp.
 

 
A main quest de Murkmire começa quando o jogador chega na região e Murkmire, localizada no sul de Black Marsh. Chegando lá, você é imediatamente recebido por Famia Mercius, irmã de Concordia Mercius e administradora da Cyrodilic Collections em Murkmire, que te recruta para participar de uma expedição à uma antiga ruína Argoniana. A história dessa quest nos mostra o poder da magia antiga Argoniana assim como os seus ritos e relacionamento com a Árvore Hist, a sociedade Argoniana dentro de suas tribos e entre elas, exploramos antigas ruínas e vemos um pouco dos Ayleids – ou Wild Elves.
A main quest da expansão começa com a caça de tesouros, exploração de ruínas, e acaba evoluindo para a investigação de conspiração e conflito de interesses, tudo isso fluindo de forma natural, sem ser forçado. Visto o jogador está presente em Murkmire como um forasteiro – ou um ojel, tal como os Argonianos chamam o jogador em Murkmire, que significa “estrangeiro” ou “forasteiro” no idioma de Black Marsh -, mesmo quando está jogando com um Argoniano, a narrativa faz um bom trabalho em situar o jogador no que está acontecendo e em ensinar a ele os aspectos da cultura que ele está explorando, além de fazer um bom balanço com a exposição tanto em diálogos como em jogo e em cenas. Um jogador que é comprometido com o roleplay ou é apaixonado em aprender a lore da série The Elder Scrolls irá aproveitar muito a main quest e se divertir muito com ela, quase desejando que ela continue se desenrolando e nunca acabe.
 

 
O cenário é diferente do que já havíamos visto em The Elder Scrolls Online. As cores dos pântanos não são tão vibrantes e variadas – predominando os tons de verde e marrom -, e muita área alagada, afinal é um pântano. O que chama muita atenção é a flora: Muita vegetação rasteira e as árvores presentes marcam o cenário, as cores que se destacam são as flores gigantes que estão espalhadas pela paisagem. Tome cuidado em se aproximar das flores para admirá-las, pois elas podem acabar dando choques ou te nocauteando – erro que cometi mais vezes do que eu gostaria de admitir.
 


 
O que mais marca os cenários são as ruínas da antiga civilização Argoniana – muitas se encontram abandonadas pelos locais, escondendo antigos segredos, tesouros e histórias, além de estarem repletas de monstros – que se tratam de grandes pirâmides de rocha no meio do pântano. A arquitetura e a arte de Black Marsh aparentam ter inspiração na estética das construções e arte das antigas civilizações da América Central – Maia, Inca e Asteca – que são agradam muito os olhos e combinam muito com o ambiente construído para Murkmire.
 

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Outro elemento marcante são as Árvores Hist nas tribos argonianas, que se tratam de árvores gigantes que são o foco da religião local. As tribos frequentemente são mostradas construídas ao redor da sua Árvore Hist, que exibe a dedicação e a conexão delas com a árvore. Os povoados e cada tribo possuem uma estética diferente – seja nas suas vestimentas, pinturas de rosto, arquitetura e armas -, o que indica que cada uma das tribos possui uma filosofia e estrutura social de acordo com a sua Árvore Hist.
 

 
Infelizmente o conteúdo adicionado em Murkmire não é extenso. A extensão adiciona uma nova área, Murkmire; dois novos world bosses; um novo estilo de PVP, o Bridge Destruction; uma arena de 4 jogadores, a Blackrose Prison; novos estilos de armas, as Blackrose Prison Weapons; dois novos estilos de equipamentos para customizar os personagens, o Elder Argonian e o Dead-Water; novos sets de efeito que são encontrados apenas na região, o Bright-Throat’s Boast, o Dead-Water’s Guile, e o Champion of the Hist.
 

Vale a Pena comprar Murkmire?
A grande força dessa DLC é a história que ela conta e a expansão que ela dá à lore de The Elder Scrolls. Como dito anteriormente, cada uma das quests presentes na área, não apenas a main quest, imerge o jogador em um aspecto da cultura, sociedade e comunidade Argoniana, variando desde busca por itens, envio de mensagens, exploração de dungerons, enfrentamento de criaturas, e até mesmo desafios de resistência e estratégia.
O conteúdo presente em Murkmire não é tão gigantesco quanto o que foi introduzido em Summerset, porém para jogadores que apreciam a construção de mundo e de histórias que a Bethesda faz em The Elder Scrolls, ela se torna uma indispensável, principalmente se você gosta de jogar de Argoniano.
Recomendo fortemente essa DLC aos jogadores que valorizam o elemento “história” nos jogos e gostam do bom e velho roleplay nos RPGs.
Garanto que apenas uma hora explorando a região de Murkmire te deixará com vontade de criar um personagem Argoniano.
The Elder Scrolls Online: Murkmire está disponível mundialmente PC, Mac, PlayStation 4, e Xbox One e pode ser adquirida pela Crown Store (loja de micro transações de ESO dentro do jogo) por 2,000 crowns e está inclusa na membership da ESO Plus. O Collector’s Bundle custa 4,000 crowns, que adiciona a montaria Shellback Warhorse, o pet Cantaloupe Swamp Jelly e cinco pergaminhos

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Laura Giordani

Historiadora e estudiosa de imagens e mídias viciada em jogos, filmes, HQs, livros, podcasts, RPG, animes e séries. Quando não está tentando desvendar os mistérios da História e sua relação com as novas mídias, ou tentando navegar pelo seu quarto debaixo de pilhas gigantes de livros, pode ser encontrada em um canto meio iluminado jogando algum título da série Final Fantasy, Diablo, Elder Scrolls ou Pokemon. Sua preferência literária é vasta, porém há preferência pelos temas de fantasia, ficção científica, cyberpunk e terror. Suas mais notáveis habilidades são: ingerir dezenas de litros de cafeína sem ter um ataque cardíaco e tagarelar por horas sobre nerdices sem parar.

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