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Home Games Análises

NIOH 3 | Análise

Caio Nobre by Caio Nobre
04/02/2026
in Análises, Destaque, Games, Notícias

Nioh 3 é o próximo grande título da Koei Tecmo e da Team Ninja, que chega no dia 06 de fevereiro.

Graças a assessoria do estúdio aqui no Brasil, recebemos uma cópia antecipada para análise e agora, após eras sem jogar a franquia, desde o primeiro, tenho muito a falar sobre sequência.

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O Enredo

A trama de Nioh 3 nos leva para o ano de 1622, onde os habitantes do Castelo de Edo se preparam para a nomeação de Tokugawa Takechiyo, nosso protagonista, como o próximo Shogun. 

A paz, no entanto, é ameaçada pelo ódio de seu irmão mais novo, Tokugawa Kunimatsu, que, consumido pelo rancor, acaba sucumbindo às trevas e liderando uma horda de Yokais em um ataque feroz.

Em meio ao caos, Takechiyo consegue transcender o tempo através do poder de seu Espírito Guardião, Kusanagi, dando início a uma jornada de sobrevivência e purificação.

Na minha experiência, embora a história não seja o ponto alto do jogo, ela é bem interessante e nos mantém engajados, principalmente pela forma como aborda diferentes eras e figuras do Japão. 

No entanto, o que realmente conduz o jogador é o fator desafio e a jogabilidade, que iremos abordar mais adiante.

Como não podemos entrar mais a fundo acerca da história, não irei detalhar mais que isso. Porém, como eu disse, ela é um bom fio condutor para tudo que iremos vivenciar nesse novo título.

O Combate e as diferentes mecânicas

O combate em Nioh 3 é sem dúvida a cereja no bolo do jogo. Quando começamos a nossa jornada, nos é passado o básico do gameplay, que inclusive remete aos jogos anteriores.

Nosso personagem pode andar, correr, pular, usar ataques fracos e fortes, esquivar, ativar o pulso de Ki, entre outros comandos básicos que liberamos na árvore de habilidades, como o parry.

A grande sacada nesse novo título é a implementação da troca de estilos, que nos permite alternar entre o Samurai e o Ninja.

Cada um serve a um propósito. O Samurai traz um combate mais equilibrado, focado em ataque e defesa, enquanto o ninja nos entrega maior mobilidade e o uso de diferentes artes que podemos habilitar.

O mais legal nessa proposta é a quantidade de builds que podemos criar em cada estilo, podendo focar em apenas uma durante toda a jogatina, ou buscar um equilíbrio usando ambas em combate.

No meu caso, usei ambas, alternando para cada uma em situações específicas. Na porradaria franca, para causar mais dano, uso o samurai. 

Quando preciso de mais mobilidade, acessórios como kunais e outros ninjutsus, e uma forma de derreter a barra de Ki dos inimigos, troco para o ninja.

Este recurso deixa o gameplay muito dinâmico e divertido, pois temos diferentes tipos de inimigos que podem ser melhor enfrentados com um ou com outro.

Sendo um jogo que carrega fortes elementos de soulslike, nós temos a barra de stamina que precisa ser administrada no combate.

Assim, o uso do pulso de Ki, mecânica que mencionei há pouco, se faz muito importante para recuperar uma parcela do seu fôlego ao desferir ataques fracos ou fortes. 

No entanto, isso só é feito no estilo samurai, com o ninja essa administração é um pouco diferente, pois o comando pulso de Ki, permite uma esquiva sem gasto de stamina que chamam de névoa.

Outro ponto importante ao utilizar o samurai, são as diferentes posturas que usamos neste estilo. 

Temos a postura alta, que favorece o poder de ataque, mas deixa nosso personagem mais vulnerável. A postura média, que entrega um equilíbrio entre ataque/defesa e, por fim, a postura baixa, mais focada em defesa.

O ninja, contudo, no hud onde estão as posturas do Samurai, temos diferentes acessórios para usar como bombas, armadilhas, shurikens e assim por diante.

Por fim, outro recurso super importante que é apresentado logo no início, podendo ser executado na troca de estilos, é a quebra impetuosa.

Certos ataques dos inimigos vêm acompanhados de uma aura vermelha, que não podem ser evitados com um parry normal. 

Contudo, usar a quebra impetuosa no momento certo, causa bastante dano a sua postura e é crucial em batalhas mais intensas, como os chefes.

Em suma, a jogabilidade como um todo funciona e flui muito bem, salvo alguns problemas de performance que vou detalhar melhor mais adiante. 

Essa variação de estilos do nosso personagem temperou ainda mais a experiência, principalmente pelas diferenças de ambos e as possibilidades que trazem. Eu adorei.

Os espíritos guardiões e as almessências

Os espíritos guardiões estão de volta em Nioh 3 e são parte importante da nossa jogatina.

Assim como nos títulos anteriores, à medida que avançamos, novos são introduzidos e fica a critério do jogador escolher aquele que melhor se encaixa no seu estilo de gameplay e build utilizada.

Aqui, eles disponibilizam habilidades especiais poderosas que podem mudar o rumo de uma batalha, por causarem alto dano nos inimigos e reduzir o limite total de sua barra de ki.

Mas não para por aí. Ao preencher a nossa barra de amrita totalmente, podemos ativar um poder chamado artefato vivo, que envolve nosso personagem totalmente com uma armadura do espírito guardião ativo.

Com esse poder, nossa vida é substituída pela barra de amrita e não podemos ser mortos neste estado. Mas ao receber ataques, essa barra é consumida rapidamente, então é preciso cautela, mesmo com o uso do espírito guardião.

Em momentos críticos contra chefes cabulosos, o nosso espírito pode trazer a vantagem necessária para finalizar uma batalha.

Outro recurso importante adicionado aqui, são as almessências. Certos inimigos, quando derrotados, nos dão a possibilidade de absorver suas essências e usá-los na jogatina.

No menu gerenciamento de almessências, temos dois slots, o yin e o yang. Basicamente, ao ativar uma alma no Yang, podemos invocar o inimigo que capturamos para atacar nossos adversários. Isso é bem útil em momentos com muitos oponentes.

Já no slot Yin, é criado um consumível que pode trazer diferentes efeitos temporários para o nosso protagonista, como aumentar o poder de ataque, gerar barreiras que causam dano, aumentar a velocidade de recuperação de ki e assim por diante.

É muito importante ficar atento às novas almas que coletamos durante toda a aventura, pois a combinação certa entre uma invocação Yang e um buff Yin pode ser o diferencial para sobreviver às áreas mais avançadas do jogo.

Progressão e Customização

O sistema de progressão está presente em Nioh 3 e não difere muito dos títulos anteriores. 

Basicamente, ao derrotar inimigos, conseguimos um recurso chamado Amrita, que pode ser usado para aumentar os diferentes atributos do nosso personagem.

Cada atributo influencia em diferentes aspectos do boneco, como aumento de vida, poder de ataque, aumento da barra de ki, peso que pode ser carregado ao equipar certas armaduras e assim por diante.

Isso traz uma gama de possibilidades e builds que podemos gerar, fazendo com que cada jogador crie o seu próprio estilo. 

No meu caso, optei por uma abordagem mais equilibrada entre os atributos, mas focando menos em habilidade, intelecto e magia, que funcionou bem para mim.

Ao incrementar esses atributos ganhamos níveis e a quantidade de amrita necessária para o próximo aumenta. 

Sendo assim, como já é de se imaginar, farmar no jogo é algo muito importante para fortalecer o nosso personagem com intuito de dar cabo dos inimigos mais poderosos, principalmente os chefes.

Como já é de praxe em Nioh, a quantidade de equipamentos que conseguimos ao lootear é imensa. 

Então, é necessário parar um pouco para analisar cada coletável que conseguimos, seja para o samurai ou para o ninja, que possuem armaduras/armas diferentes, e averiguar as vantagens que eles trazem.

Inclusive, sobre as armas, os estilos do nosso personagem tem as suas próprias em grande variedade, possibilitando ao jogador destravar habilidades únicas de cada uma para usar em combate.

Contudo, essa grande quantidade de loot que conseguimos pode ser aproveitada também no mercante do jogo, vendendo os mesmos em troca de dinheiro para comprar consumíveis ou novos equipamentos.

Além disso, um pouco mais a frente na jornada, destravamos o ferreiro, que traz a possibilidade de desmontar armas para conseguir recursos de fabricação. 

Recomendo fortemente que deem uma olhada no que o ferreiro tem a oferecer, tanto na parte de criação, quanto de melhoria de nossos equipamentos.

Acha que acabou? Calma, pois o jogo disponibiliza outras formas de upar o nosso personagem para deixá-lo mais fortes.

Mais a frente no jogo, desbloqueamos o menu de títulos, que contém pontos de prestígio que podem ser distribuídos de diferentes formas, trazendo vantagens no gameplay. 

Podemos gastar esses pontos em nosso samurai, no ninja, em táticas, exploração e muito mais.

Os Kodamas estão de volta e espalhados por todo o mapa. Coletá-los também concede pontos específicos para serem usados no menu bênção que pode aumentar a eficácia de nosso elixir de cura, o poder de ataque ao usá-lo, entre outros.

E, ainda nas bênçãos, podemos gastar os méritos de Jizo, conseguidos ao orar nas estátuas chamadas de Seis Jizo, encontradas pelo mundo.

Nosso personagem também possui uma árvore de habilidades. Como existem dois estilos, temos uma para o samurai, outra para ninja, e uma para cada tipo de arma utilizada por ambos.

Durante a exploração ou ao derrotar inimigos, conseguimos pontos de samurai e ninja para distribuir à nossa maneira. 

No meu caso, como foquei bastante em algumas armas específicas, após destravar as habilidades padrão de cada classe, acabaram sobrando muitos pontos para serem colocados em outras armas, para experimentar outras abordagens.

Pode parecer muita coisa para assimilar de início, e de fato é, mas após um bom tempo de jogo, é fácil se acostumar, quando entendemos as funcionalidade de cada menu.

No fim das contas, a progressão de Nioh 3 recompensa o jogador dedicado. Mesmo que os menus pareçam assustadores no início, a satisfação de ver sua build de Samurai/Ninja finalmente ‘encaixar’ e destruir um chefe que antes parecia impossível é o que torna o jogo tão viciante.

E a dificuldade?

Não podemos falar de Nioh 3 sem mencionar o elefante na sala: a sua dificuldade. Como já é de se esperar de um game do gênero Soulslike, Nioh 3 não tem medo de punir o jogador descuidado. 

Logo nas primeiras horas, o jogo impõe uma barreira de aprendizado íngreme, onde a falta de atenção ou um Pulso de Ki mal executado pode resultar em um golpe fatal.

Entretanto, o que senti ao longo da jornada é que o desafio é, em sua maior parte, justo. As lutas contra chefes são bem desafiadoras, mas nada que arranque os cabelos se você dominar bem as mecânicas que o jogo entrega.

Pelo contrário, a dificuldade aqui serve como o combustível para progredir mais, e não só para apenas te fazer passar raiva.

O fator exploração e as diferentes atividades do mundo aberto, ao meu ver, influenciaram diretamente no desafio do jogo.

Iremos detalhar mais sobre isso a seguir, mas se você é do tipo de jogador que gosta de esmiuçar os locais que visita, antes de algum embate importante, isso pode ser bem vantajoso no fim das contas.

O mundo aberto e exploração

Saindo dos menus e partindo para a ação, o mundo aberto de Nioh 3 é um dos pontos que mais me surpreendeu. 

Muitas vezes, em jogos desse gênero, mapas vastos acabam se tornando vazios ou cansativos, mas aqui a exploração é recompensadora, divertida e também necessária para fortalecer nosso personagem.

Embora o mapa seja grande quando abrimos o menu, algo que me chamou atenção ao jogar é o quão rápido conseguimos chegar nos locais chave para realizar missões.

Logo no início do jogo ganhamos um impulso na corrida, que aumenta bastante a mobilidade do personagem ao explorar as diferentes áreas do mapa.

Isso, unido aos pontos de viagem rápida ao desbloquear os santuários que oramos, deixam a exploração bem dinâmica.

Estes santuários, espalhados por todo o mapa, são usados para upar o nível do nosso boneco e ter acesso a muitos dos menus que expliquei anteriormente. 

Além disso, eles restauram nossa vida, nosso elixir de cura, alguns consumíveis fixos que possuímos e, é claro, dão respawn dos inimigos derrotados, com exceção dos chefes.

Dentre as inúmeras atividades presentes, nós temos:

  • Reinos sombrios para purificar.
  • Estátuas dos Seis Jizo para encontrar, assim como os Kodamas
  • Mestres para desafiar
  • Umbrasal que também deve ser purificado
  • Capturar bases inimigas
  • Missões secundárias para concluir
  • Chefes secretos para derrotar e muito mais

Cada atividade citada traz para o jogador diferentes recompensas e muitas delas são bem valiosas.

Outro ponto importante ao navegar pelas diferentes áreas do mapa, que são divididas por níveis, é aumentar seus níveis de exploração.

Para que você possa entender, cada área do mapa possui até 4 níveis de exploração. 

Ao realizar diferentes façanhas naquele pedaço específico, conquistamos esses níveis e, quando no máximo, esses pontos de exploração também concedem vantagens ao jogador, além de revelar toda e qualquer atividade naquela área do mapa.

Sendo assim, conseguir esses pontos é de suma importância para não só limpar a área, mas também trazer mais vantagens para o nosso personagem.

Eu achei essa dinâmica bem interessante, pois é um incentivo a mais para fuxicar cada canto dos locais que navegamos, em prol de conseguir esses níveis de exploração. 

Além disso, essa ‘bisbilhotada’ pelo mapa costuma render encontros com chefes secretos e inimigos formidáveis que testam tudo o que aprendemos, transformando uma simples caminhada em um desafio de sobrevivência bem gratificante.

Performance e Aspectos Técnicos

Apesar de todas as qualidades e da diversão que Nioh 3 proporciona, nem tudo é perfeito. 

Sendo a precisão um fator de extrema importância no jogo, temos alguns problemas técnicos que merecem atenção. 

Jogando no Playstation 5 base, me deparei com alguns problemas de performance que incomodam bastante, especialmente a partir do segundo mapa, onde neva em algumas partes.

Em um jogo onde o tempo de reação e a precisão de um parry podem definir uma batalha contra chefe, as quedas de frames podem ser frustrantes.

Felizmente, elas aconteceram de forma mais crítica em momentos de exploração. Contra chefes tudo funcionou muito bem. Um detalhe importante: eu joguei o jogo no modo desempenho no PS5 Base e mesmo assim sofri com algumas quedas de fps.

Torço para que isso seja ajustado após o lançamento do jogo, para não impactar na experiência de outros jogadores.

Somado a isso, temos a questão visual. 

Embora a direção de arte seja bem bacana, é nítido que a Koei Tecmo estagnou graficamente. 

O motor gráfico parece o mesmo de anos atrás e, para um título de nova geração, esperava-se um salto maior em termos de texturas, iluminação e partículas.

Não me leve a mal, o jogo não é feio. Contudo, é fácil perceber que poderiam ter ousado mais nesse aspecto.

Vale a pena?

Como mencionei no início, eu não sou exatamente um grande amante da franquia; joguei bastante o primeiro jogo, mas acabei não experimentando o segundo. 

Contudo, preciso dizer que fiquei muito satisfeito e me diverti bastante com este novo título.

As adições feitas aqui, como o mundo aberto funcional, os dois estilos distintos de combate para o nosso personagem, os chefes memoráveis e o desafio na medida certa, formaram a mistura perfeita para incrementar a experiência. 

A história, embora não seja necessariamente o ponto forte do game, é interessante de acompanhar, principalmente pela forma como aborda diferentes eras do Japão e seus mitos.

É claro que nem tudo é perfeito. Os problemas de performance no PS5 base e a estagnação visual mostram que a Koei Tecmo ainda tem arestas para aparar. 

Porém, se você busca um combate “gostosinho”, profundo e extremamente recompensador, Nioh 3 é o jogo para você. Se você é fã da franquia, vá sem medo.

O jogo consegue te manter preso naquele ciclo viciante de “só mais um santuário”, entregando uma evolução da fórmula que poucos títulos do gênero conseguem alcançar.

Nioh 3 será lançado mundialmente no dia 6 de fevereiro para Playstation 5 e PC.

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