Lost In Random: The Eternal Die é o novo jogo desenvolvido pela Stormteller Games, sequência do título lançado em 2019, pela Mood Hood.
Embora eu não tenha jogado seu antecessor, The Eternal Die apresenta uma proposta bem diferente, moldada no gênero Roguelite, que traz uma história interessante e, principalmente, um gameplay desafiador.
Tivemos a oportunidade de jogá-lo graças à assessoria Theogames, responsável pela divulgação do jogo no Brasil. Agora, vou compartilhar um pouco sobre minha experiência com ele.
A Premissa
Ao iniciar nossa jogatina, uma breve introdução nos é apresentada. Aleksandra, a vilã do jogo anterior e Rainha do mundo Aleatório, perde todos os seus poderes e é enviada para uma espécie de prisão sombria.
Lá, acompanhada de seu companheiro Fortuna, um dado que interage de maneira divertida com a protagonista, ela precisa enfrentar diversos perigos para conseguir se libertar.
Embora eu não tenha jogado o título anterior, achei curiosa a escolha dos desenvolvedores de apresentar a principal vilã como personagem jogável.
Creio que os jogadores familiarizados com a história possam estranhar no início, mas, considerando o jogo atual, isso foi um acerto. Aleksandra é uma personagem interessante e carismática.
A Cereja do Bolo: O Gameplay
Como é de se esperar em um jogo Roguelite, Lost In Random: The Eternal Die é desafiador e oferece uma variedade de possibilidades ao jogador, já que a morte é algo comum aqui.
Começamos no Santuário, nossa base de operações, onde podemos realizar upgrades em nossa personagem.
Ao iniciar uma run, entramos em um tabuleiro com locais disponíveis para acesso, e cabe ao jogador decidir o caminho a seguir.
Cada local apresenta desafios e inimigos diferentes, exigindo estratégia e destreza em combate.
Após a morte, voltamos à nossa base e precisamos reiniciar a partir do primeiro tabuleiro, mas, como tudo aqui é randomizado, ou como o próprio jogo diz, aleatório, cada tentativa é distinta da anterior.
Essa implementação foi feita com maestria, evitando que a experiência se torne repetitiva após algumas horas de jogatina. Cada mapa possui um chefe principal, sub-chefes que podem ser encontrados ou não, e inimigos comuns.
Inicialmente, temos à nossa disposição uma espada para derrotar os inimigos, mas novas armas podem ser desbloqueadas conforme avançamos… e morremos.
Fortuna, o nosso companheiro, também participa do combate, causando dano em área quando arremessado.
Além da espada, temos uma lança, um arco e flechas, e um porrete. Todas são divertidas de utilizar, e recomendo explorar cada uma delas para encontrar a que melhor se encaixa no seu estilo de jogo.
Existem áreas específicas que enriquecem a história, permitindo que entendamos mais sobre a protagonista e seu mundo.
Encontramos NPCs fundamentais que nos ajudam durante a jornada, além de uma mercadora, onde podemos comprar itens com as moedas adquiridas dos inimigos.
A movimentação de Aleksandra é bastante ágil, e isso se torna crucial para avançar na jornada, especialmente quando o combate se intensifica.
Os embates são desafiadores, algo que apreciei bastante, demandando atenção redobrada do jogador, principalmente nas batalhas contra os chefes, que são um espetáculo à parte.
Inventário e Efeitos Aleatórios
Como acontece na maioria dos Roguelites, a cada nova run, temos algumas opções de escolha logo de cara.
Começamos selecionando uma carta que nos proporciona uma habilidade especial para aquele momento.
Conforme avançamos, podemos trocar essa carta e, ao derrotar os inimigos de um tabuleiro, é possível adquirir pérolas e relíquias para fortalecer atributos da nossa personagem ou conferir efeitos diferentes em nossas armas ou em Fortuna, nosso companheiro.
Esses recursos podem ser organizados em um tabuleiro no inventário do jogador, onde há uma mecânica de mini-game de combinações.
As relíquias possuem cores distintas, e ao combinar três delas de forma vertical, horizontal ou diagonal, conseguimos fixá-las ali, podendo substituir as relíquias, enquanto as pérolas são consumidas, dando espaço para novas.
Essa mecânica é interessante, pois adiciona um elemento estratégico ao posicionamento e uso das relíquias.
Dedicar tempo para organizá-las da melhor forma pode resultar em combinações poderosas e essenciais para um avanço mais eficaz.
Vale a Pena?
Mesmo sem ter jogado o Lost in Random de 2019, que possui uma proposta diferente de Eternal Die, posso afirmar que adorei minha experiência com essa nova versão.
Embora não seja o maior fã de jogos Roguelite, a forma como este foi implementado me cativou, não só pelo gameplay divertido, mas também pelo estilo artístico encantador.
Outro fator importante, especialmente nesse gênero, é o equilíbrio entre a força dos inimigos e o quão mais fortes podemos nos tornar após falhar em uma run.
Consegui avançar pelos mapas de maneira relativamente rápida, ao evoluir as habilidades de Aleksandra e entender como utilizar o tabuleiro de relíquias e pérolas.
Se você gosta de jogos desse estilo, Lost In Random: The Eternal Die é altamente recomendado.
Mesmo que você não seja fã do gênero, ainda assim vale a pena dar uma chance; o jogo pode te surpreender, assim como aconteceu comigo.
Lost In Random: The Eternal Die já está disponível para PlayStation 5, Xbox Series, Nintendo Switch e PC.
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