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Home Games Análises

Death Stranding 2 | Análise

Caio Nobre by Caio Nobre
11/07/2025
in Análises, Destaque, Games, Notícias

Death Stranding 2 finalmente está entre nós. Graças a equipe Playstation Brasil, tivemos a possibilidade de jogá-lo pouco antes do seu lançamento e, após mais de 60 horas, finalmente terminei essa história.

A grande pergunta é, será que esta sequência consegue evoluir muitos aspecto do seu antecessor, principalmente nos pontos mais criticados pelos jogadores? Vamos discorrer sobre isso abaixo.

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O enredo

A história de Death Stranding 2 se passa 11 meses após os eventos finais de DS1.

Sam está vivendo sua vida tranquilamente com a bebê Lou, após ter sumido do mapa ao concluir sua missão de conectar a América no primeiro jogo e impedir o último Death Stranding.

Depois de uma belíssima sequência inicial, chegamos em seu abrigo, mas não demora muito para que Fragile, personagem vivida por Léa Seydoux, o encontre e solicite sua ajuda para uma nova missão.

Assim como fez na América, agora Sam recebe o objetivo de conectar todo México a serviço da Drawbridge, nova empresa criada por Fragile, após dissolver a Fragile Express.

Esta é, basicamente, a primeira parte de nossa jogatina, onde nos familiarizamos com os controles e já vislumbramos algumas das melhorias implementadas por Kojima e sua equipe, se comparado ao primeiro jogo.

Após um acontecimento inesperado, que literalmente vira a vida de Sam de cabeça para baixo, o mesmo parte em uma nova missão, onde deve conectar toda a Austrália.

Ou seja, temos duas grandes áreas aqui para explorar: o México, e a Austrália. Esta última contendo a maior parcela do jogo.

Não quero entrar muito em detalhes quanto a história para evitar spoilers, mas muitas questões são levantadas quanto ao bebê Lou, que está com Sam desde o primeiro jogo.

Como já revelado em trailers, temos o retorno de Higgs, vilão interpretado por Troy Baker, que busca primariamente vingança.

E além dos personagens já conhecidos, novos são adicionados, como Tarman, Rainy, Dollman, Tomorrow, Neil, Lucy, Charlie e muitos outros Npcs presentes nos terminais de conexão que são figuras conhecidas.

Quanto aos personagens principais, todos ficaram excelentes, complementam muito bem a história e trazem uma carga dramática sem igual ao conhecermos mais a fundo cada um deles.

Muitas cutscenes, como a da Rainy por exemplo, que explica como ela se juntou a tripulação da Drawbridge, é emocionante e capaz de arrancar lágrimas.

A construção desses personagens foi extremamente bem feita. Geramos empatia rapidamente por cada um deles, assim como antipatia, no caso de Higgs, que também está incrível, embora seja o vilão.

As revelações contidas aqui, que abordam mais sobre o Death Stranding, o outro lado, a bebê Lou, o passado de Sam, entre outros, respondem muitas perguntas, levantam outras e rendem momentos épicos que irão te fazer vibrar e se emocionar.

Eu simplesmente adorei a história contada em Death Stranding 2. Além de momentos épicos, obviamente, as loucuras do Kojima estão presentes para dar aquele toque especial.

Caso você não tenha jogado, ou esteja no meio da campanha, recomendo evitar spoilers a todo custo nas redes sociais. Essa experiência precisa ser vivenciada como uma página em branco. Vai valer muito a pena.

Gráficos de ponta

Eu mencionei brevemente a sequência inicial do jogo, onde Sam e Lou estão nas montanhas quando iniciamos nosso gameplay.

Esse segmento em específico é apenas o aperitivo do que vamos vivenciar durante toda a jornada.

Fazendo uso da Decima Engine, em parceria com a Guerrilla, responsável pela franquia Horizon, a Kojima Productions elevou o nível dos gráficos em Death Stranding 2 de uma forma incrível.

Todos os cenários, sem exceção, são lindos e muito bem trabalhados. Desde montanhas, desertos, florestas, minas, ambientes com neve, a chuva temporal, tudo é muito bem feito.

E o mesmo pode ser dito para a modelagem dos personagens, que apresentam um gráfico fotorealista. As expressões aqui alcançaram outro nível, principalmente nas cutscenes, onde a história se desenrola.

O mais impressionante é que, mesmo com o PS5 PRO disponível, o jogo roda perfeitamente bem no PS5 Base e, pasmem, no modo desempenho, que prioriza a taxa de quadros.

A diferença entre esse modo e o gráfico é praticamente imperceptível, mostrando o alto nível de otimização por parte do Kojima e sua equipe.

Arrisco dizer que Death Stranding 2 é, com facilidade, um dos jogos mais bonitos já feitos.

O gameplay

Se teve um ponto no DS1 que definitivamente dividiu opiniões foi o seu o gameplay, onde o nosso protagonista precisa realizar entregas do ponto A ao ponto B durante todo o jogo.

Ao efetuar essa tarefa, a história é desenvolvida, mais personagens principais e NPC’s que compõem a jornada de Sam são apresentados e assim por diante.

Essa premissa não mudou em Death Stranding 2. Sam ainda é o cara das entregas e sua missão, como eu disse anteriormente, é conectar novos locais à rede quiral.

No entanto, a Kojima Productions ouviu as críticas relacionadas ao DS1 e implementou melhorias significativas nessa sequência.

Enquanto no primeiro a jornada é mais morosa, digamos assim, e os equipamentos avançados para facilitar as entregas são liberadas bem mais a frente na jornada, em Death Stranding 2 isso ocorre muito rápido.

Veículos, o exoesqueleto, acessórios para a mochila, tudo que é necessário para transportar as cargas e aumentar o peso máximo que Sam pode carregar é desbloqueado bem cedo no jogo. Isso para mim foi um acerto gigantesco.

Eu, particularmente, gostei bastante da proposta do DS1, no que tange ao seu gameplay, mas as críticas de fato tem fundamento, pois certos momentos eram extremamente maçantes, após boas horas de jogatina.

Neste, eles tornaram as ações de realizar entregas bem mais divertidas, trazendo diferentes possibilidades ao jogador. Além dos veículos, estruturas como o monotrilho, as tirolesas, são liberadas rapidamente também.

Isso contribuiu para que o jogador, através da cobertura de sua rede quiral, possa deixar suas construções estrategicamente colocadas para facilitar o retorno a um terminal no futuro.

E não para por aí, um pouco mais a frente no jogo, novas estruturas como o transponder são liberados também, que possibilitam viagens rápidas, embora não possamos levar toda nossa carga no processo.

A DHV Magalhães, nossa base de operações e onde reside a tripulação de Sam e Fragile, também pode nos levar rapidamente a diferentes terminais já conectados à rede quiral.

No entanto, em certos momentos senti o famigerado cansaço que mencionei, mesmo com os grandes avanços no gameplay.

As entregas secundárias nesse game ganharam uma importância maior, que vou explicar mais adiante, e isso faz com que seja necessário retornar em terminais já conectados mais de uma vez.

Mesmo com os facilitadores, essa é uma tarefa que, embora recompensadora, se torna bem morosa devido ao tamanho do mapa.

Alguns terminais da Austrália eu acabei deixando de lado ao avançar na história, pois levaria muito tempo para voltar até eles.

O combate melhorou mesmo?

Outro quesito bastante criticado no DS1 foi o combate.

No Death Stranding 2 houveram melhorias contundentes nesse sentido. Além dos mulas, agora temos bandidos para enfrentar, robôs fantasmas, além de novas EP’s e chefes que foram adicionados.

Muito do arsenal presente no primeiro jogo retorna e foram adicionadas muitas armas novas, que trazem inúmeras possibilidades.

O stealth, que era praticamente inexistente no primeiro game, foi refinado aqui, uma vez que Sam pode agora deixar sua mochila no chão e agir mais livremente, dificultando que os inimigos o vejam.

Além do poder de fogo, o combate corpo a corpo também recebeu aprimoramentos bem interessantes, que vão desde equipamentos que fortalecem os golpes do nosso protagonista, a habilidades de Kung Fu. Sim, é isso mesmo que você leu.

Embora não seja perfeito e a IA dos inimigos, principalmente na dificuldade normal seja bem ruim, os momentos de infiltração são bem divertidos.

Particularmente, eu optei na maioria das vezes pela trocação com as armas de fogo, devido a grande variedade existente aqui.

Isso quer dizer que o combate está significativamente mais presente? Não. Grande parte da nossa jornada envolve realmente realizar entregas em um modo mais contemplativo.

Temos sim mais momentos de combate, mas eles não são tão abrangentes como muitos podem imaginar.

E isso é algo que não me incomodou de forma alguma.

A importância das entregas secundárias

Como pontuei anteriormente, as missões secundárias receberam um grande peso em Death Stranding 2.

Quando conectamos um novo terminal a rede quiral, recebemos um novo equipamento ou recurso daquele NPC específico.

À medida que realizamos mais entregas para o terminal já conectado, ganhamos curtidas, assim como no primeiro jogo, e elas são contabilizadas de forma que aumentemos a nossa conexão com esse indivíduo, ilustrado aqui por um número máximo de 5 estrelas.

Quanto mais estrelas conseguimos, novos equipamentos são liberados e muitos deles auxiliam bastante na jornada de Sam. 

Temos desde aprimoramentos de armas, recursos que facilitam as entregas e muito mais.

Sendo assim, realizar essas atividades secundárias é uma parte mega importante da jogatina, pois ajuda bastante nos desafios vindouros.

Por outro lado, isso pode acabar se tornando um ponto negativo também, uma vez que a repetição se torna constante. 

A cada nova carga que encontramos no mundo ou pegamos com algum outro NPC, precisamos levá-la a um terminal já visitado, e isso acaba ficando maçante.

Minha recomendação é, realizem o máximo de entregas secundárias que puderem enquanto ainda estão em uma determinada região.

A partir do momento que avançamos, seguimos para diferentes áreas que aumentam bastante a distância.

Outro ponto importante é construir estruturas, como mencionei antes, que facilitam esses retornos, como as tirolês, monotrilhos e até mesmo estradas. 

Sendo assim, fique atento aos materiais necessários para fazê-las e armazene-os na DHV Magalhães e terminais próximos sempre que possível.

As conexões com outros jogadores

Se tem algo que foi extremamente elogiado e se torna imprescindível ao jogar Death Stranding 2, é a conexão com outros jogadores por todo o mundo.

Sempre que abrir seu jogo, verifique a conexão com a internet e certifique-se de que esteja tudo nos conformes.

Jogar este game offline é um erro tremendo e pode dificultar bastante a sua jornada.

Além de que, parte da diversão está em realmente se unir a outros jogadores em prol de pavimentar regiões com estradas, completar estruturas cedendo os materiais necessários e utilizar de construções feitas por outros jogadores para alcançar seus objetivos.

Eu passei horas na minha jogatina complementando tirolesas de outros jogadores construindo mais, para que ligassem terminais distantes.

Ajudei na construção de estradas, me ajudaram também e tudo isso rende curtidas que aumentam nosso elo com esses jogadores.

É um recurso que vem desde o primeiro game, foi devidamente aprimorado aqui e continua sensacional.

Minha única ressalva é não ter conseguido realizar com precisão conexões com amigos próximos, mesmo estabelecendo contratos de elo.

Trilha sonora memorável

Kojima tem um apreço gigantesco pela trilha sonora em seus jogos, isso é um fato.

Quando Death Stranding 1 foi lançado, um dos pontos que mais se destacaram foram justamente as músicas selecionadas para tocar em momentos específicos durante nossas longas caminhadas.

Em Death Stranding 2 isso foi elevado a quinta potência. Temos aqui uma seleção incrível de artistas e músicas que emocionam, incentivam e divertem.

Eu nunca imaginei poder escutar Raindrops Keep Fallin On My Head, do BJ. Thomas em um jogo, e olha, essa música gruda em nossas mentes como um chiclete.

Várias vezes eu terminei minhas sessões de gameplay e saia cantarolando a música enquanto fazia outras coisas.

E esse é apenas um exemplo. Temos muitas que são incríveis e que fiz questão de adicioná-las à minha playlist no spotify.

Falando em Playlist, um recurso muito pedido pelos jogadores foi justamente a adição de um tocador no jogo, para que pudessem tocar as músicas quando desejassem.

Isso é ótimo, pois em momentos que percorremos longas distâncias, podemos abrir a playlist in-game e colocar nossas músicas favoritas liberadas para tocar.

Outro grande acerto da Kojima Productions.

Vale a pena?

Death Stranding 1 foi um jogo que me marcou bastante, principalmente pela sua história.

Nesta sequência, além dos diversos aprimoramentos no gameplay, combate, entre outros quesitos implementados pelo Kojima e sua equipe, a história sem dúvida foi o grande destaque para mim.

Muitas perguntas levantadas no jogo de 2019 são respondidas aqui, novas são levantadas e ainda temos espaço para mais no futuro.

Eu me diverti infinitamente mais do que o primeiro, vibrei, me emocionei, chorei de verdade e aplaudi quando o letreiro subiu.

Se você gostou de Death Stranding 1, não perca tempo e embarque logo nesta incrível jornada de Death Stranding 2.

Mesmo para aqueles que não curtiram tanto, recomendo dar uma chance. Uma recapitulação de toda a história foi inserida justamente com esse propósito.

As maluquices do Kojima estão aqui, mas é tudo feito de uma forma épica e grandiosa.

Eu mal posso esperar pelos seus projetos futuros e, quem sabe, mais Death Stranding.

Death Stranding 2 já está disponível como um exclusivo de Playstation 5.

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