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Home Games Análises

Absolum | Análise

Caio Nobre by Caio Nobre
09/10/2025
in Análises, Destaque, Games, Notícias

Absolum é mais um jogo da Dotemu, em conjunto com os estúdios Guard Crush e Supamonks, que traz o melhor do gênero beat em up e o mescla com outro bastante conhecido, o roguelite.

Após jogar a demo, que gostei bastante por sinal, tivemos a oportunidade de conferir a versão final de forma antecipada e agora apresento para você a nossa análise completa sobre o jogo.

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Será que este foi mais um grande acerto da publisher? Vamos lá!

O enredo

Assim que começamos nossa jornada e escolhemos nosso protagonista, nós é contada a história do reino de Talamh, que foi destruído por um cataclismo mágico, ocasionado por magos ambiciosos, o que gerou desconfiança entre os povos que ali vivem.

Se aproveitando do pânico generalizado, o Rei Sol Azra monta seu exército, intitulado de Ordem Carmesim e, sem pensar duas vezes, escraviza todos os magos existentes, proíbe o uso de qualquer tipo de magia e coloca seus soldados mais leais para governar os reinos conquistados.

Sendo assim, cabe aos nossos heróis, com o auxílio da alta feiticeira Uchawi, que resgatamos logo no início, desafiar Azra e seu regime opressor, com o intuito de libertar esta terra.

Embora não seja o grande foco de Absolum, a história é bem interessante e se desenvolve à medida que avançamos em nossa jornada através de nossos personagens.

A alta feiticeira, vez ou outra, em pontos específicos do mapa, nos conta um pouco mais sobre os locais que visitamos. 

Os NPC’s presentes no santuário e outros que resgatamos, falam sobre seu papel e a opressão de Azra naquele mundo.

Incluindo os nossos quartos protagonistas que, ao redor da fogueira onde escolhemos qual usar, ocasionalmente tem conversas disponíveis que complementam o enredo e revelam mais sobre suas personalidades.

É bem legal de acompanhar.

O gameplay Rogue em Up

Agora vamos discorrer sobre a cereja no bolo desse jogo, que é o seu gameplay.

Desde que foi anunciado, Absolum apresentou uma proposta bem interessante, ao mesclar dois gêneros muito conhecidos, o Beat Em Up e o Roguelite.

Quando joguei a demo, fiquei extremamente animado para experimentar a versão final e conferir as inúmeras possibilidades que o jogo traz, além de disponibilizar todos os personagens jogáveis.

Sobre eles, temos Galandra, Karl, Cider e Brome. Estes dois últimos liberados apenas mais adiante na jornada, em fases específicas.

Cada um possui um estilo de gameplay único e diferentes habilidades, que conferem uma boa variedade em combate, que pode ser explorada a cada run.

Galandra possui um bom alcance devido a sua espada e ótimos combos aéreos, Karl é bruto na porradaria e conta com golpes devastadores, Cider é bem ágil e possui movimentos acrobáticos bem interessantes, enquanto Brome é o especialista em magias.

Por se tratar de um jogo onde revisitamos os mesmos cenários várias vezes, com algumas pequenas variações, experimentar cada lutador se torna algo bem convidativo e eu recomendo fortemente que você faça isso.

Os meus favoritos são justamente o Karl e a Cider, que se encaixam melhor com meu estilo de gameplay.

Todos eles possuem um botão de ataque, habilidade (um golpe pesado, digamos assim), impulso (ou esquiva), que também é usado para efetuar parry e o pulo.

Além dos movimentos normais, podemos gastar as barras de mana para utilizar a nossa arcana, que é definida no momento que iniciamos uma run.

A porradaria é bem frenética e apresenta um desafio bem considerável, principalmente ao jogar solo.

Em muitos momentos, grupos de inimigos representam uma boa ameaça, então é preciso ter domínio das habilidades do seu personagem e bons reflexos.

Tudo é bem simples, intuitivo e os controles respondem muito bem, garantindo um alto nível de diversão.

No entanto, outros recursos foram adicionados para temperar ainda mais a experiência. Por trazer elementos fortíssimos do gênero roguelite, a cada nova run, ao fim de cada etapa do cenário em que estamos, podemos escolher diferentes rituais.

Esses rituais, nada mais são do que efeitos variadores que incrementam nossos ataques e movimentos. Temos muitos tipos disponíveis, como rituais de fogo, raio, espinhos, água e assim por diante.

E o mais interessante é que, à medida que avançamos, podemos mesclar tipos diferentes, montando builds poderosas.

Além dos rituais, encontramos adereços que também aparecem ao final de cada etapa. 

Estes recursos, basicamente, adicionam atributos que dão vantagens ao nosso personagem, como sofrer menos dano dos inimigos, aumentar a vida máxima, incrementar o dano crítico que causamos e assim por diante.

Tanto os rituais, quanto os adereços, podem aparecer em conjunto para o jogador ao final da etapa, no entanto podemos escolher apenas um por vez.

No início pode parecer confuso, mas à medida que nos habituamos com estes recursos, após várias repetições, fica fácil distinguir os que mais valem a pena de se utilizar.

E esse é outro ponto muito positivo do jogo, pois ele permite que o jogador experimente diferentes combinações, principalmente de rituais, para criar builds capazes de evaporar os inimigos.

Vale muito a pena analisar com calma os que já temos durante uma run, com o intuito de mesclar com novos para fortalecer ainda mais nossos personagens.

A derrota é algo comum

Eu mencionei algumas vezes a palavra repetição, como você deve ter notado, e isso não é à toa. 

Por se tratar de um jogo que também adota o gênero roguelite, ser derrotado é algo comum aqui.

Quando isso acontece, voltamos para o santuário e perdemos todos os rituais e adereços que conseguimos na última jogada.

Sendo assim, precisamos iniciar uma nova run, do zero, e passar novamente por todos os cenários que já visitamos antes. 

Mas calma, embora nosso personagem volte zerado, temos sim algumas evoluções permanentes, que fortalecem nossos personagens, trazendo uma maior facilidade na rodada seguinte. Falarei sobre elas mais adiante.

Esse é um ponto que pode se tornar cansativo para alguns jogadores. Você será derrotado inúmeras vezes, voltará para o acampamento, irá aprimorar seu personagem e voltará para a batalha.

Embora eu esteja me divertindo bastante, devido às inúmeras possibilidades que o jogo traz em termos de builds e diferentes missões, confesso que fiquei entediado em alguns momentos.

Evoluções permanentes

Como eu expliquei ao falar do reset total de nosso personagem quando somos derrotados, cada run confere a nós, jogadores, pontos de experiência que aumentam nosso nível de radiância no santuário.

Quando subimos esse nível, ganhamos pontos de atributos distintos para desbloquear novas arcanas e golpes para nosso personagem, assim como diferentes rituais e até mesmo alguns mais poderosos, que mesclam elementos.

Cada boneco possui um total de 6 arcanas e é importante experimentar cada uma, pois elas auxiliam de diferentes formas o nosso combate contra os inimigos.

Mas não para por aí. Durante as rodas, na árvore ao final de cada etapa que nos concedem rituais ou adereços, muitas vezes conseguimos moedas de ouro para gastar no mercante, que encontramos em locais específicos e também cristais.

Estes cristais devem ser utilizados na árvore das almas, presente no santuário, pois lá nós desbloqueamos inúmeras vantagens permanentes muito importantes para nossa jogatina.

Temos desde aumento de vida, maior dano punitivo, vida extra ao morrer, quantidade de vida restaurada ao ser derrotado e assim por diante. 

Toda vez que desbloqueamos um certo número de vantagens, novas surgem e elas fazem toda a diferença, para que consigamos avançar cada vez mais nas partidas.

Sendo assim, a cada derrota, por mais que possa frustrar em alguns momentos, temos a certeza, caso tenhamos os recursos, que iremos evoluir mais o nosso personagem e começar a próxima rodada mais preparados.

Isso é algo que nos incentiva a jogar cada vez mais, com o propósito de superar cada desafio.

Nem todos os NPCs que concedem vantagens estão presentes logo de cara, com exceção da árvore das almas e o Ederig, que evolui desbloqueia nossas arcanas.

Os outros dois precisam ser encontrados em lugares distintos.

Caminhos distintos e missões secundárias

Para mitigar um pouco a repetição, os diferentes NPC’s que encontramos durante nossa jornada, que ficam disponíveis no santuário, nos conferem, vez ou outra, missões secundárias.

Quando isso acontece, é necessário abrir o mapa do jogo, analisar em que ponto a missão está marcada e seguir o caminho correspondente a ela nos cenários.

Cada ilha possui diferentes ramificações para seguir, que nós jogadores podemos escolher em momentos específicos, que levam a ambientes diferentes.

Nestes locais podemos encontrar diferentes tipos de inimigos e, é claro, concluir essas missões. Ao concluí-las podemos receber recompensas para evoluir de forma permanente o nosso personagem.

Vale a pena ir atrás delas, até mesmo para conhecer diferentes tipos de cenários, como mencionei anteriormente.

Inimigos e chefes

Em cada ilha encontramos vários tipos de inimigos. Cada um deles possui um design único e muito bem pensado, que combinam com o ambiente que o mesmo está inserido.

Até os mais simples podem ser bem incômodos, principalmente em bando, como eu disse. 

Temos desde guerreiros, até aqueles que soltam projéteis, magias e usam montaria.

Inclusive, essa montaria nós também podemos usá-la quando derrotamos o meliante, e ela é bem útil, embora seu uso seja limitado.

Ser agressivo em Absolum é importante para usufruir das vantagens que conseguimos com nossos rituais, mas dominar a esquiva e o parry também são cruciais, principalmente ao enfrentar os chefes.

Cada ilha possui um subchefe e um chefe final fixos. Em um primeiro momento, até aprender o move set destes e me habituar com o parry, eu sofri um bocado.

Mas depois de algumas boas jogadas, muitos deles ficaram bem fáceis, principalmente após fortalecer nossos personagens.

Os chefes são muito criativos e possuem um design bem legal, além de representar um bom desafio. 

É sempre muito importante chegar até eles com o máximo de vida possível e, em alguns casos, com vida extra disponível.

Sem dúvida é muito gratificante, após várias derrotas poder sobrepujar esses desafios com facilidade, após algumas boas rodadas.

Vale a pena?

Não é de hoje que a Dotemu vem fazendo um trabalho sensacional nos projetos que atua, tanto como publisher, como desenvolvedora.

Em Absolum, unida aos estúdios Guard Crush e Supamonks, eles entregam mais um projeto divertido e feito com muito capricho.

O jogo traz uma história interessante, embora não seja seu foco, brilha no seu gameplay de porradaria do gênero beat em up e ainda mescla com outro gênero muito conhecido, o Roguelite, que adiciona um tempero especial nessa mistura.

Entendo que alguns jogadores podem não curtir tanto essa pegada de derrota e repetição dos mesmo cenários.

No entanto, em Absolum, a derrota se torna um aprendizado e nos traz meios de encarar estes desafios de uma forma melhor, seja ajustando nossa estratégia para certos inimigos, ou montando novas builds, com base nos rituais que aparecem para nós.

Sendo um amante de jogos de porradaria, eu adorei a minha experiência com o game e continuo a jogá-lo, para testar diferentes combinações com outros personagens.

Se você jogou a demo e gostou, tenho certeza que irá se deleitar com a versão final, que traz todos os recursos e é claro, os quatro personagens principais.

Absolum foi lançado nesta quinta, dia 09/10, para Playstation 5, Playstation 4, Nintendo Switch e PC.

Confira também outras matérias e análises em nosso site:

  • Yakuza Kiwami 3 & Dark Ties é anunciado
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