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Home Games Análises

Monster Boy and The Cursed Kingdom: Análise Versão Steam

Bruno Assis por Bruno Assis
30/07/2019
em Análises, Destaque, Games

Monster Boy and The Cursed Kingdom é um revival da série Wonder boy, um dos clássicos da indústria. O título tem como promessa trazer a franquia para um visual mais novo e atualizado. Com um estilo gráfico que fica entre chibi e cartoon, o jogo corresponde muito bem as expectativas. Então é hora de entrar nos detalhes e mostrar o motivo disso.

A historia começa com Jin sentado pescando, quando tio Nabu aparece atrapalhado destruindo tudo e transformando animais e humanos em monstros. Jin então encontra seu irmão, Zeke, que comenta como seu tio estava gerando caos pelo mundo. Então eles decidem descobrir a origem de tudo isso.

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A partir do momento que chega na cidade eles descobrem que pode ser um feitiço e que poderia ser quebrado com algumas orbes lendárias. E aí temos a missão principal. Reunir as esferas lendárias que nos concedem super poderes e que usaremos para libertar nosso tio da insanidade.

Qualidade gráfica

O estilo visual se pauta bastante em desenhos. O que é perfeito para a temática de um herói adolescente com uma aventura não tão pesada pela frente. Até o cenário inicial é super agradável e não muito convencional. O costume é cair de primeiro em algum campo aberto, mas aqui nós estamos em uma praia. Nem mesmo os inimigos escapam do visual mais engraçadinho, isso inclui alguns chefes do jogo.

O estilo ajuda a tornar a experiência do jogo mais leve e divertida sem passar seriedade demais. O que já não é convencional para um metroidvania, mas casa muito bem com o estilo de aventura. Afinal é a origem principal da franquia, então nada mais justo.

Com um mundo enorme pela frente e uma boa variedade de ambientes, o estilo ajuda bastante a destoar localidades e dar um estilo único para cada cidade e rota. Como é o caso do vilarejo, no qual temos todo um estilo medieval das casas e até um castelo que é acessível mais a frente.

Revi

Roteiro

Como já dito na introdução da história, o foco é caçar orbes, algo até que genérico. Porém, em Monster Boy, isso é tratado de uma forma um pouco mais original. Os itens que você coleta, e que ajudarão a salvar seu tio, também te dão super poderes. Com isso o mundo do jogo pode ser explorado de diversas formas. E até mesmo um puzzle pode ser resolvido de várias maneiras diferentes. É o casamento perfeito de um elemento de roteiro com item de gameplay. Sonho para qualquer gamer designer.

Além disso existe alguns elementos que podemos chamar de “plot twist” (virada de roteiro). Mas também não é nada tão incrível assim, porém vale a pena ser mencionado.

A história não carrega muitos personagens. Temos os NPC’s de sempre e algumas adições interessantes como o pesquisador e o seu ajudante pirata. Esse último, inclusive, é muito bem usado pela narrativa para te levar a outros pontos do mapa só para pegar algum item ou reconquistar algo para outras pessoas.

Alguns personagens, nomes de itens, lugares, diálogos etc. brincam bastante com referências internas e de outros clássicos. Afinal se você ouve falar de vales verdejantes (green hill zone, talvez?) e ocarina (of time?) certeza que sua mente já puxa os correlativos.

Músicas e sons

Esse é o ponto que, junto dos gráficos, foi o que mais amei no game. A trilha sonora foi composta por Yuzo Koshiro, Motoi Sakuraba, Michiru Yamane, Keiki Kobayashi eTakeshi Yanagawa e quem performou a trila principal foi Haruka Shimotsuki. E sinceramente, que ótimo trabalho. Sério mesmo!

É notório a inspiração de antigos títulos do passado. Algumas trilhas você poderia encaixar facilmente em alguma parte de Castlevania: Symphony of the Night ou MegaMan X4, por exemplo. E claro, o que já é familiar, fica mais fácil de ser apreciado e bem quisto. Então só por isso já ganham um ponto. Mas a trilha ainda permanece original, épica e acompanha a crescente e os momentos mais altos da trama.

Os efeitos sonoros também são incríveis. O que é difícil de se destacar, principalmente quando já existem mil outros jogos com moedas de ouro para pegar. Mas a equipe conseguiu criar seus próprios sons que se destacam. O dash no ar, o quebrar das pedras, a chave abrindo a porta, pedras rolando, asas batendo. Tudo bem simples e que convence.

Gameplay

Gostaria de ressaltar novamente o bom uso do roteiro dentro da gameplay. Como a história vai afetando a progressão, os itens vão mudando a interação com o mundo e como explorá-lo e como cada personagem se comunica e aparece.

Porém é importante ressaltar que esse não é o ponto alto do jogo. Claro que também não chega a ser ruim, mas em alguns momentos é bem frustrante e chatinho.

Alguns pulos são bem imprecisos e o controle não ajuda e é ainda pior se tiver que fazer uso do teclado. Imagina ter que subir uma caverna vertical na base dos pulos precisos e nem sempre ele funcionar, cair no chão e voltar do início. Pois é, acontece algumas vezes. O bom é que os pontos fracos também não passam disso (viu como não era nada desastroso?).

Uma coisa legal é a variedade de armaduras e armas que se tem a disposição durante o game (40 no total). E o ponto forte disso é como eles também vão te ajudar a interagir com o mundo. Uma bota que te dá pulo duplo, possibilitando alcançar alturas maiores. Ou então uma bota que te permite pisar em nuvens. Tem também uma roupa que te imuniza a veneno. Enfim, opções são várias e bem inteligentes.

Os puzzles também são bem inteligente, inclusive fugindo um pouco da temática infanto-juvenil. Alguns deles são extremamente elaborados e precisam de alguma peça exata de armadura e de habilidade, outros necessitam de uma lógica muito boa e até mesmo uma boa visão ou percepção de espaço. É capaz que você perca um bom tempo tentando achar a resolução de algum deles ou até mesmo desista e deixe para depois, pois faz parte da vida mesmo.

Considerações finais

Para concluir, o jogo é uma boa aventura com ótimos personagens e variações incríveis para Jin. É o tipo de game que vai te deixar dias pensando nele e quando estiver no trabalho ou na cama para dormir vai ficar pensando em qual a melhor estratégia para o boss, passar de alguma área ou como passar o puzzle.

De fato é um game para quem gosta de puzzle, aventura e metroidvania ao molde clássico. E se você gostar desse estilo visual vai ser uma experiência melhor ainda. E as cutscenes em estilo de anime são os extras mais bem colocados.

Agora fica para você jogar ou não Monster Boy and the Cursed Kingdom. E se você gosta do conteúdo do Meia Lua, que tal apoiar nosso projeto no Padrim?

Espalhe a delícia 😉

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Tags: análiseaventuraclássicoépicogameMetroidvaniamonster boypcreviewrevivalsteamwonder boy
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